Preços mundiais do café atingem máximo de 13 anos

Os preços mundiais do café atingiram o nível mais alto dos últimos 13 anos, após um aumento de 8,9% em junho em relação ao mês anterior, informou hoje a Organização Mundial do Café (OIC).

© D.R.

O índice composto de preços atingiu uma média de 226,83 cêntimos de dólar americano (209,49 cêntimos de euro) por libra produzida, equivalente a cerca de 453 gramas.

Entre outros fatores, o aumento dos preços está ligado às perspetivas do mercado, especialmente à possibilidade de colheitas fracas no Vietname e na Indonésia durante o ano cafeeiro de 2024/2025, enquanto a do Brasil pode ser menor do que o esperado.

O café suave colombiano subiu 7,2% em relação ao mês anterior, para 250,39 cêntimos (231,25 cêntimos), e os outros suaves subiram 7%, para 248,39 cêntimos (229,37 cêntimos).

O café natural brasileiro subiu 9,3% em junho, para 229,25 cêntimos por libra (211,72 cêntimos), segundo a OIC, num contexto de subida dos futuros do café nas bolsas de Londres (10,7%) e Nova Iorque (8,4%).

Em maio, as exportações mundiais de café verde em grão totalizaram 10,7 milhões de sacas de 60 quilos, um aumento de 12% em relação ao mesmo mês de 2023.

Por região, as exportações da América do Sul aumentaram 59,6% (5,54 milhões de sacas), as da Ásia e Oceânia diminuíram 39,3% (2,42 milhões), as da África aumentaram 44,8% (1,74 milhões) e as do México (1,74 milhões).

Por região, as exportações da América do Sul aumentaram 59,6% (5,54 milhões de sacas), as da Ásia e Oceânia diminuíram 39,3% (2,42 milhões), as de África aumentaram 44,8% (1,74 milhões) e as do México e América Central aumentaram 0,2% (2 milhões).

Últimas de Economia

Segundo um relatório do INE realizado em 2025 sobre rendimentos do ano anterior indicam que 15,4% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2024, menos 1,2 pontos percentuais (p.p.) do que em 2023.
As exportações de bens caíram 5,2% e as importações recuaram 3% em outubro, em termos homólogos, sendo esta a primeira queda das importações desde junho de 2024, divulgou hoje o INE.
O número de trabalhadores efetivamente despedidos em processos de despedimentos coletivos aumentou 16,4% até outubro face ao período homólogo, totalizando os 5.774, superando o total de todo o ano passado, segundo os dados divulgados pela DGERT.
Os custos de construção de habitação nova aumentaram 4,5% em outubro face ao mesmo mês do ano passado, com a mão-de-obra a subir 8,3% e os materiais 1,3%, de acordo com dados hoje divulgados pelo INE.
Os consumidores em Portugal contrataram em outubro 855 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 11,3%, enquanto o número de novos contratos subiu 4%, para 157.367, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
O Governo reduziu o desconto em vigor no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP), aplicável à gasolina sem chumbo e ao gasóleo rodoviário, anulando parte da descida do preço dos combustíveis prevista para a próxima semana.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas situaram-se em 870,5 milhões de euros até outubro, com um aumento de 145,4 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior, segundo a síntese de execução orçamental.
O alojamento turístico teve proveitos de 691,2 milhões de euros em outubro, uma subida homóloga de 7,3%, com as dormidas de não residentes de novo a subir após dois meses em queda, avançou hoje o INE.
A taxa de inflação homóloga abrandou para 2,2% em novembro, 0,1 pontos percentuais abaixo da variação de outubro, segundo a estimativa provisória divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O ‘stock’ de empréstimos para habitação acelerou em outubro pelo 22.º mês consecutivo, com um aumento homólogo de 9,4% para 109.100 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).