Pelo menos 552 pessoas foram detidas durante um conjunto de operações da GNR

Pelo menos 552 pessoas foram detidas em flagrante delito durante um conjunto de operações realizadas pela Guarda Nacional Republicana entre 19 a 25 de julho, segundo dados provisórios divulgados hoje pela GNR.

 

Segundo um comunicado da GNR, 552 duas pessoas foram detidas em flagrante delito, nomeadamente 270 por condução sob o efeito do álcool, 120 por condução sem habilitação legal, 43 por tráfico de estupefacientes e 19 por violência doméstica.

Foram ainda detidas 15 por furto e roubo e outras 10 por posse ilegal de armas e arma proibidas.

A GNR apreendeu durante as operações drogas, entre as quais 1911,36 doses de haxixe, 15371,1 doses de MDMA, 129,816 doses de liamba, 591,25 doses de cocaína, 51 doses de heroína, 65 comprimidos de MDMA, 21 comprimidos de anfetaminas, dois pés de canábis e 13 selos de LSD.

Foram ainda apreendidas 10 armas de fogo e 13 armas brancas ou proibidas, assim como 326 munições de diversos calibres, 12 explosivos, 31 veículos e 6.345 euros em numerário.

Nas operações de fiscalização de trânsito, 6.403 infrações foram detetadas, entre as quais 1.004 excessos de velocidade, 733 por falta de inspeção periódica obrigatória, 554 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei, 237 por falta de seguro de responsabilidade civil, 214 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização.

Foram ainda detetadas 215 infrações por uso indevido do telemóvel durante a condução, 169 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças e 132 relacionadas com tacógrafos.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.