Morreu um dos feridos no tiroteio em centro comercial de Viseu

Uma pessoa morreu no tiroteio que ocorreu hoje no centro comercial Palácio do Gelo, em Viseu, que causou ainda dois feridos, adiantou à Lusa fonte hospitalar.

© Palácio do Gelo

A vítima mortal é uma mulher, de 44 anos, que morreu já depois de ter sido transportada para o Hospital de S. Teotónio, em Viseu, referiu a PSP, em comunicado.

O incidente provocou ferimentos numa outra mulher e num homem, com 23 e 46 anos, respetivamente, que também foram transportados para a unidade hospitalar, onde se encontram “sob observação médica”, detalhou a mesma fonte.

A PSP acrescentou que recolheu toda a informação relativa aos suspeitos, acrescentando que estes se colocaram em fuga numa viatura, antes dos meios policiais chegarem ao local.

“Foram realizados todos os procedimentos de preservação e de gestão do local do crime e seguir-se-ão outras diligências investigatórias junto das testemunhas, para apurar as circunstâncias que originaram esta ocorrência em coordenação com a Polícia Judiciária”, frisou a PSP, na nota à imprensa.

Fonte do Hospital de S. Teotónio já tinha confirmado à Lusa a morte de uma mulher, que ficou ferida no tiroteio que ocorreu hoje ao final da tarde.

Em declarações à Sic Notícias, o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, salientou que a ocorrência resultou de uma discussão familiar no interior do centro comercial e que o tiroteio ocorreu no exterior.

A diretora do Palácio do Gelo, Cristina Lopes, salientou à Lusa, pelas 21:00, que o centro comercial está a funcionar normalmente, com a exceção da porta de acesso junto à qual ocorreu o tiroteio, que se encontra encerrada.

“Lá dentro funciona tudo normalmente. A equipa de segurança do centro comercial foi a primeira a chegar e prestou a primeira ajuda, porque estão treinados para isso mesmo, ajudar a comunidade”, frisou Cristina Lopes, acrescentando que o espaço tem no interior e exterior sistema de vídeo vigilância e que as imagens serão facultadas às autoridades se foram solicitadas.

Para o local foram destacados elementos da PSP e da Polícia Municipal de Viseu, estando agora a Polícia Judiciária com a investigação.

Últimas do País

Camas já custam mais de 1700 euros por mês e vagas praticamente desapareceram. Esperas chegam a mais de seis meses.
Um grupo de cidadãos entrega esta quarta-feira na Assembleia da República uma petição, que conseguiu cerca de 17.000 assinaturas 'online', para defender o "fim da ideologia de género".
Dados do estudo europeu 'Wastewater analysis and drugs – A European multi-city study' mostram subida acentuada de cocaína, anfetaminas e ecstasy, num cenário que contraria o resto do país e preocupa as autoridades.
O rapaz de 14 anos acusado de matar a mãe, a vereadora da Câmara de Vagos Susana Gravato, vai começar a ser julgado à porta fechada no dia 25 no Tribunal de Família e Menores de Aveiro, informou hoje fonte judicial.
O secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, é um dos quatro detidos hoje no âmbito da operação 'Lúmen', que investiga a prática de alegados crimes económicos, incluindo corrupção, em contratos públicos para iluminações de Natal.
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) alertou esta terça-feira que os distritos com maior carência de médicos nos últimos anos foram especialmente afetados pelo aumento da mortalidade infantil e materna em 2024, estimando novos agravamentos em 2025 e 2026.
Dois homens tentaram retirar uma criança do interior de um veículo, onde se encontrava numa cadeira de bebé, à porta de uma creche. A mãe conseguiu reagir a tempo e abandonar o local, evitando o pior. A Polícia Judiciária está a investigar o caso.
O Tribunal de Leiria condenou hoje seis homens a penas entre os sete e os nove anos e três meses de prisão pelo crime de tráfico de droga agravado, cocaína importada dissimulada em caixas de banana.
O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC) disse hoje que a maioria das 18 mil candidaturas para a reconstrução de casas na região ainda não foi aberta por falta de mão de obra.
A Polícia Judiciária (PJ) realizou hoje uma operação policial nos Açores e em Lisboa, no âmbito de um inquérito por “suspeitas do favorecimento de uma companhia aérea por parte de uma entidade pública” e constituiu cinco arguidos.