UE ajuda setor energético da Moldova com 310 milhões de euros em 2025

A Comissão Europeia vai financiar a Moldova com 310 milhões de euros em 2025 para abandonar o mercado energético russo e integrar o da União Europeia (UE), 60 milhões dos quais para a região da Transnístria.

© D.R.

Os dois blocos assinaram, segundo um comunicado divulgado hoje, uma estratégia global de dois anos para a independência energética e a resiliência da Moldova.

No curto prazo, o pacote global apoiará os consumidores moldavos que estão a enfrentar aumentos acentuados dos preços energéticos, pretendendo compensar os custos de eletricidade excedentários n os agregados familiares até 110 kWh mensais até 31 de dezembro de 2025.

Um financiamento de 60 milhões de euros está também disponível para as mais de 350 mil pessoas da região da Transnístria que ficaram ao frio em janeiro, na sequência da interrupção do fornecimento de energia pela russa Gazprom.

A longo prazo, o apoio da UE permitirá à Moldova melhorar a sua segurança energética através de investimentos e reformas para a transição energética e assegurar a eliminação progressiva do fornecimento de recursos energéticos pela Rússia.

A UE, desde a invasão da Ucrâia pela Rússia, em 24 de fevereiro de 2022, tem adotado sucessivos pacotes de sanções – atualmente debate o 16.º – que visam castigar o setor económico russo, nomeadamente o da energia, e cortar fontes de financiamento a Moscovo.

Últimas do Mundo

Um navio de guerra norte-americano entrou no canal do Panamá em direção às Caraíbas, testemunhou a agência France-Presse, numa altura em que os planos de destacamento militar de Washington naquela região está a provocar a reação venezuelana.
O número de fogos preocupantes em Espanha desceu de 12 para nove nas últimas 24 horas, mas "o final" da onda de incêndios deste verão no país "está já muito próximo", disse hoje a Proteção Civil.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, denunciou que mísseis russos atingiram hoje a delegação da União Europeia (UE) em Kyiv, na Ucrânia.
O Governo de Espanha declarou hoje zonas de catástrofe as áreas afetadas por 113 grandes incêndios no país nos últimos dois meses, 15 dos quais continuam ativos, disse o ministro da Administração Interna, Fernando Grande-Marlaska.
Mais de dois mil milhões de pessoas ainda não têm acesso a água potável em condições de segurança, alertou hoje a ONU num relatório que expressa preocupação com o progresso insuficiente na cobertura universal do fornecimento de água.
O primeiro-ministro israelita saudou hoje a decisão do Governo libanês, que aceitou a proposta norte-americana sobre o desarmamento do Hezbollah, e admitiu retirar as forças de Israel do sul do Líbano.
Espanha continua com 14 fogos preocupantes que mantêm desalojadas mais de 700 pessoas e confinadas outras mil, após semanas de "terríveis incêndios" cujo combate é neste momento favorável, mas lento, disse hoje a Proteção Civil espanhola.
A SpaceX, empresa de Elon Musk, cancelou no domingo um voo de teste do foguetão Starship, naquele que foi mais um revés para o multimilionário após uma série de testes marcados por explosões.
Dois guerrilheiros detidos após um ataque com um camião-bomba no sudoeste da Colômbia, que causou seis mortos e mais de 60 feridos na quinta-feira, estão a ser processados por homicídio, anunciou este sábado o Ministério Público colombiano.
A administração norte-americana felicitou hoje o povo da Ucrânia pelo 34.º aniversário da independência e manifestou confiança em negociações de paz com a Rússia que permitam uma paz duradoura.