CHEGA vai voltar a propor redução de deputados no Parlamento

O presidente do CHEGA, André Ventura, voltou este domingo a defender a redução do número de deputados com assento na Assembleia da República, reforçando uma proposta que tem vindo a apresentar ao longo dos anos

© Folha Nacional

Em novembro do ano passado, o CHEGA já havia anunciado a intenção de promover um novo processo de revisão constitucional com vista à diminuição do número de parlamentares, passando dos atuais 230 para 150. E, este domingo, voltou a reiterar essa proposta.

Na altura, André Ventura sugeriu que “os artigos a rever” fossem “limitados e, sobretudo, centrados na reforma do sistema político português, nomeadamente no que respeita à composição dos órgãos, regras de transparência, imunidade e competências”.

O líder do CHEGA sublinhou ainda que o processo deveria privilegiar a obtenção de consensos entre os três maiores partidos, de forma a viabilizar uma alteração “cirúrgica” à Constituição, que permita, segundo o partido, uma “modernização institucional e jurídica” do país.

Como justificação, Ventura defende que um Parlamento com menos deputados seria “mais forte, mais dinâmico” e implicaria “menos custos”.
“O Parlamento, tal como está estruturado, é demasiado caro”, afirmou.

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA revelou hoje que não foi possível chegar a acordo sobre a lei da nacionalidade e vai avançar com “propostas próprias e autónomas”, acusando o PSD de não conseguir “ser menos socialista do que os socialistas”.
O CHEGA quer que os profissionais da Força Especial de Proteção Civil passem a ser reconhecidos como profissão de desgaste rápido, defendendo que as funções que exercem justificam regras específicas no acesso à aposentação.
A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, arguido no processo relacionado com despesas em almoços de dirigentes municipais, afirmou que “odeia o que André Ventura representa”.
A Câmara Municipal de Matosinhos adjudicou, por ajuste direto, um contrato à sociedade de advogados Vieira de Almeida, onde a filha da presidente socialista da autarquia, Luísa Salgueiro, exerce funções como advogada estagiária.
A repressão dos protestos no Irão chegou ao Parlamento português. O CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a expulsão do embaixador iraniano em Portugal, acusando o regime de Teerão de violar direitos fundamentais e reprimir violentamente manifestações pró-democracia.
O CHEGA vai indicar Rui Gomes da Silva para o Conselho Superior da Magistratura e Fernando Silva para o Conselho Superior do Ministério Público, ambos membros do "Governo sombra" do partido, indicou hoje André Ventura.
O líder do CHEGA revelou hoje que chegou a acordo com o PSD sobre as eleições para os órgãos externos e anunciou que os dois partidos vão apresentar uma lista conjunta de candidatos ao Conselho de Estado.
O CHEGA apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende restringir a realização de celebrações muçulmanas em espaços públicos e impor novas regras no financiamento e construção de novas mesquitas no país.
O líder do CHEGA associa a subida do custo de vida à guerra na Ucrânia e defende descida de impostos para aliviar os portugueses.