Livre quer um sistema de “bar aberto” no Serviço Nacional de Saúde, acusa Ventura

Ventura alegou que os estrangeiros “vêm para cá fazer turismo de Saúde” e que partidos como o Livre querem um sistema de “bar aberto” no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

© RTP/Pedro Pina

O Presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta terça-feira o Livre de defender um modelo de “bar aberto” no Serviço Nacional de Saúde (SNS), alegando que há estrangeiros que “vêm para cá fazer turismo de Saúde”. A afirmação surgiu no debate transmitido pela RTP3, frente ao porta-voz do Livre, Rui Tavares, onde a questão da imigração marcou o início da discussão.

A propósito da recente divulgação de que Portugal conta atualmente com 1,6 milhões de imigrantes, Ventura declarou: “Nós avisámos para isto. É o caos completo e um país perigoso.”

Procurando articular o tema da imigração com o da Saúde, o líder do CHEGA sustentou que o crescimento da população estrangeira exerce uma pressão adicional sobre o SNS. Nesse sentido, defendeu que apenas os estrangeiros com pelo menos cinco anos de descontos em Portugal deveriam ter acesso à assistência médica.

Ventura acrescentou ainda que, embora o SNS seja público, deve incorporar “sinergias privadas” para melhorar a sua eficiência.

Últimas de Política Nacional

O discurso de José Aguiar-Branco nas comemorações do 25 de Abril acabou por expor, em pleno hemiciclo, uma fratura visível no PS, com Pedro Delgado Alves a virar costas em protesto à Mesa da Assembleia da República e António Mendonça Mendes a responder com um aplauso de pé à mesma intervenção.
Mais do que cravos, cerimónias e celebrações, André Ventura defendeu este sábado, no Parlamento, que os portugueses “querem voz”, “salários justos” e “uma vida digna”, usando os 52 anos do 25 de Abril para centrar o debate nas dificuldades económicas, na corrupção e no afastamento entre a liberdade celebrada e a realidade vivida no país.
O CHEGA quer alterar a lei relativa aos crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos, para que quem for condenado, por exemplo por corrupção, não possa voltar a exercer funções públicas.
Compra da nova sede do Banco de Portugal (BdP) volta a estar sob escrutínio político, com o partido liderado por André Ventura a apontar falhas na transparência.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse esta quarta-feira que recebeu da parte do Governo a indicação de abertura para alterações à reforma do Estado em “todos os pontos” que o partido tinha apontado.
Ventura trava luz verde ao Governo e avisa: propostas levantam “riscos graves de corrupção” e fragilizam controlo do dinheiro público.
O depoimento de Cristina Vaz Tomé não convenceu e é apontado como insuficiente. O partido liderado por André Ventura quer novo escrutínio para esclarecer responsabilidades políticas e operacionais.
André Ventura é apontado como principal líder da oposição pelos inquiridos, reunindo mais de metade das preferências e destacando-se claramente dos restantes líderes partidários
O Parlamento elegeu André Ventura como membro do Conselho de Estado, no âmbito de uma lista que garantiu a maioria dos lugares neste órgão consultivo do Presidente da República.
O antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes falhou hoje a eleição para o cargo de provedor de Justiça ao alcançar um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.