Sete urgências fechadas, maioria em Lisboa e Vale do Tejo

Cinco serviços de urgência hospitalares de ginecologia/obstétricia e dois de pediatria estão hoje encerrados, a maioria em Lisboa e Vale do Tejo, segundo o Portal do SNS.

©facebook.com/HospitalBeatrizAngelo

De acordo com as Escalas de Urgência do Serviço Nacional de Saúde, estão encerradas hoje as urgências de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, no distrito de Setúbal, do Hospital Vila Franca de Xira (Lisboa), do Hospital Distrital das Caldas da Rainha (Leiria) e do Hospital Santo André, em Leiria.

Está também encerrada a urgência de Obstetrícia do Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro (Setúbal).

A urgência de Obstetrícia do Hospital de Braga vai estar referenciada, entre as 08:00 e as 24:00, recebendo apenas casos de urgência internos ou referenciados pelo INEM ou pela linha SNS 24, enquanto a urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, entre as 00:00 e as 24:00, recebe apenas casos de urgência internos ou referenciados pelo INEM.

Segundo a informação do Portal do SNS, atualizada pelos hospitais, também vão estar fechadas no fim de semana as urgências de Pediatria do Hospital Vila Franca de Xira e do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, ambos no distrito de Lisboa.

A urgência pediátrica do Hospital Amadora-Sintra (Lisboa) esteve hoje referenciada entre as 00:00 e as 08:00, voltando a estar entre as 20:00 e a meia-noite, altura em que volta a receber apenas casos de urgência internos ou referenciados pelo INEM ou pela linha SNS 24.

As escalas disponibilizadas no portal do SNS, consultadas pela Lusa pelas 08:30 de hoje, indicam ainda que cerca de 130 serviços de urgência estarão abertos em todo o país durante o dia de hoje, a que se juntam mais de 30 que estarão a funcionar, mas no âmbito do projeto-piloto, que implica um contacto prévio das utentes com a linha SNS 24.

Os constrangimentos dos serviços de urgência devem-se, sobretudo, à falta de médicos especialistas para assegurarem as escalas, uma situação que é mais frequente em períodos de férias, como o verão e final de ano, e fins de semana prolongados.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.