Hospital de Loures lidera tempos de espera com três horas para casos urgentes

O Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, tem atualmente o mais longo tempo de espera para doentes urgentes, com três horas, enquanto o Hospital Amadora-Sintra conseguiu reduzir para cerca de duas horas, segundo informação do Serviço Nacional de Saúde.

© D.R.

De acordo com a informação disponível no ‘site’ do Serviço Nacional de Saúde (SNS) sobre os tempos médios de espera nas urgências hospitalares, por volta das 13:40, o Hospital Beatriz Ângelo tinha 25 utentes à espera para serem observados e o tempo médio de espera para os casos urgentes estava nas três horas.

Já o Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), que ainda na terça-feira de manhã estava com tempos de espera de 16 horas para os doentes urgentes, regista um tempo médio de espera para primeira observação de 02:15 para os casos urgentes.

Em Lisboa, o Hospital de Santa Maria, o maior hospital do país, a estimativa é de 56 minutos para doentes urgentes, registando-se 10 utentes à espera de primeira observação, entre 22 pessoas nas urgências.

A norte, no Hospital de São João, no Porto, o tempo de espera para primeira observação para os doentes urgentes é de 02:08, havendo 30 pessoas com pulseira amarela, num total de 41 utentes nas urgências.

Segundo o ‘site’ do SNS, há 695 utentes nas urgências hospitalares à espera de uma primeira observação, e os tempos médios de espera oscilam entre quase cinco horas para os casos não urgentes (pulseira azul), 01:49 para os casos pouco urgentes (pulseira verde), 01:22 para os casos urgentes (pulseira amarela) e 31 minutos para os casos muito urgentes (pulseira laranja).

Segundo o sistema de triagem, as situações muito urgentes (pulseira laranja) têm um atendimento recomendado nos 10 minutos seguintes à triagem, enquanto os casos urgentes (amarela) são de 60 minutos e os pouco urgentes (verdes) de 120 minutos.

As autoridades de saúde apelam à população para que, antes de se deslocar a uma urgência, contacte a Linha SNS24 (808 24 24 24) para receber orientação adequada.

Últimas do País

A linha de aconselhamento psicológico do SNS 24 já atendeu quase meio milhão de chamadas desde que foi criada em abril de 2020, logo após o início da pandemia, aproximando-se atualmente dos 430 atendimentos diários.
A PSP alertou hoje para a circulação de notas falsas em Bragança, usadas para fazer pagamentos em estabelecimentos comerciais e de restauração, tendo sido já constituída arguida uma jovem de 17 anos.
A Autoridade Marítima Nacional (AMN) vai reforçar os meios para assistência a banhistas, entre quinta-feira e 12 de abril, devido à previsão de aumento da temperatura, nas zonas Centro e Sul do país, revelou hoje a AMN.
O partido liderado por André Ventura quer levar mais longe o escrutínio sobre a gestão das vacinas contra a Covid-19 em Portugal e já conseguiu viabilizar no Parlamento um conjunto de audições a entidades-chave, incluindo o Infarmed.
A maioria dos cosméticos, equipamentos de proteção individual e suplementos alimentares comprados online a operadores fora da União Europeia não cumpre as normas europeias de segurança, revelou uma operação divulgada hoje pelo Infarmed que analisou mais de 11.300 produtos.
As prisões portuguesas atingiram em 2025 o seu nível de capacidade máxima pela primeira vez em seis anos, revelou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), entregue hoje na Assembleia da República.
Os tempos de espera para cirurgias programadas passam a partir de quinta-feira a ter apenas dois níveis de prioridade, segundo uma portaria hoje publicada, que duplica a espera em cirurgias para casos mais graves.
Mais de 2.400 organizações alertam hoje para “a lacuna profundamente alarmante e irresponsável na proteção das crianças” com o fim do regime europeu que permite detetar abuso sexual de menores 'online', a partir de 03 de abril.
O CHEGA quer avançar com uma investigação parlamentar à gestão das vacinas contra a covid-19, na sequência das notícias que apontam para ocultação de informações pelo Estado português nos contratos celebrados com farmacêuticas durante a pandemia.
O relatório identifica falhas na escolha de procedimentos e adjudicações repetidas num universo de 12,6 milhões de euros.