Rolls-Royce vai reduzir 2.500 postos de trabalho para reduzir custos

O grupo britânico Rolls-Royce, especializado em motores para aviões, vai suprimir 2.500 postos de trabalho em todo o mundo para reduzir os custos, anunciou hoje a empresa em comunicado.

© D.R.

Este número representa quase 6% da sua força de trabalho global, 42.000 pessoas.

A redução dos postos de trabalho é “a próxima etapa de um plano de transformação plurianual”, declarou a Rolls-Royce.

“Estamos a construir uma Rolls-Royce preparada para o futuro. Isso significa uma organização mais simples e mais eficiente”, afirmou o diretor executivo, Tufan Erginbilgic, citado na mesma nota.

A reestruturação prevê que engenharia, tecnologia e segurança se fundam “numa única equipa”.

A Rolls-Royce regressou aos lucros em 2021, após um grande prejuízo no ano anterior, quando sofreu fortemente com a pandemia de covid-19 e o seu impacto colossal no setor da aviação.

O grupo voltou a ter resultados negativos em 2022.

Em agosto deste ano, o fabricante de motores anunciou um lucro líquido de 1,2 mil milhões de libras (1,4 mil milhões de euros) para o primeiro semestre do ano, em comparação com uma perda de 1,6 mil milhões de libras (1,8 mil milhões de euros) no mesmo período do ano anterior, o que se deveu principalmente a uma forte desvalorização dos contratos de câmbio com a subida do dólar.

Últimas de Economia

Todas as cidades das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, assim como da região do Algarve, tornaram-se "inacessíveis" para uma família de rendimento médio que queira arrendar casa pela primeira vez, conclui um estudo da Century 21.
O dinheiro colocado pelos clientes particulares em depósitos atingiu 144,3 mil milhões de euros em 2025, o valor máximo desde 2003, o início da série, segundo os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal.
Os bancos emprestaram 23,3 mil milhões de euros em crédito à habitação em 2025, mais 5.900 milhões de euros do que em 2024 e o valor mais elevado desde 2014 (o início da série), segundo o Banco de Portugal.
Cerca de 116 mil clientes da E-Redes continuavam esta terça-feira às 12:00 sem fornecimento de eletricidade em Portugal continental, na sequência dos danos provocados pela depressão Kristin na rede elétrica, informou a empresa.
O presidente da estrutura de missão para responder aos efeitos da depressão Kristin afirmou hoje que a plataforma para pedir apoios para a reconstrução das casas afetadas deverá ficar disponível online entre hoje e quarta-feira.
O mês de janeiro de 2026 teve o maior consumo de energia elétrica de sempre registado no sistema nacional, segundo avançou hoje a REN - Redes Energéticas Nacionais.
O preço mediano dos 41.117 alojamentos familiares transacionados no terceiro trimestre de 2025 foi de 2.111 euros por metro quadrado, mais 16,1% que no mesmo período de 2024 e 2,2% acima do trimestre anterior, divulgou hoje o INE.
O Estado anunciou ajuda, mas o dinheiro não chegou a quem precisava. Em 2025, 1,2 milhões de euros destinados à botija de gás ficaram por gastar, apesar do aumento do preço e do recorde de beneficiários. Um apoio que existe no papel, mas falha na vida real.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 332,3 milhões de euros em 2025, com um aumento de 37,4 milhões de euros face ao ano anterior, foi anunciado.
A empresa que gere o SIRESP vai receber este ano uma indemnização compensatória de 26 milhões de euros para garantir a gestão, operação e manutenção da rede de comunicações de emergência e segurança do Estado, anunciou hoje o Governo.