Hospitais de Loures e Amadora-Sintra com mais de 11 horas de espera nas urgências

O tempo médio de espera para doentes urgentes ultrapassava, às 08:30 de hoje, as 14 horas no hospital Beatriz Ângelo, em Loures, e as 11 horas no hospital Amadora-Sintra, segundo dados do Portal do Serviço Nacional de Saúde.

©facebook.com/HospitalBeatrizAngelo

Segundo os dados consultados pela agência Lusa, às 08:30 o tempo médio de espera para doentes urgentes (com pulseira amarela) no serviço de urgência geral no hospital Beatriz Ângelo era de 14:37 horas, quando o tempo recomendado é de 60 minutos.

Nas urgências desta unidade encontravam-se 42 utentes com pulseira amarela à espera de serem atendidos.

Os doentes listados no portal do SNS como estando em espera incluem os que aguardam primeiro atendimento e os que aguardam resultados de exames realizados após atendimento.

No hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), o tempo médio de espera era de 11 horas e 25 minutos (às 08:30) para as pulseiras urgentes, encontrando-se em espera 24 pessoas.

No Hospital de Santa Maria, em Lisboa, o período de espera para doentes urgentes era de 05 horas e 10 minutos, com nove pessoas em espera.

No são Francisco Xavier o tempo de espera era de 13 minutos (um doente em espera), cumprindo o tempo de espera estimado pelo sistema de Manchester, e na urgência polivalente do hospital de São José estavam dois doentes urgentes, para um tempo de espera de duas horas e 43 minutos.

No hospital Garcia de Orta, em Almada, o tempo de espera era de uma hora e 48 minutos para doentes urgentes, mantendo-se em espera 12 pessoas.

Já no hospital pediátrico D. Estefânia, em Lisboa, o tempo de espera era de 37 minutos, encontrando-se três pessoas a aguardar no serviço de urgência com pulseira amarela.

Na região do Porto, no hospital de São João o tempo de espera era de 03 horas e 20 minutos (10 pessoas).

No hospital de Santo António o tempo de espera era de 31 minutos (sem utentes em espera), cumprindo o tempo estimado de espera para doentes urgentes.

No hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, duas pessoas estavam com pulseira amarela, com tempo de espera de 01 hora e 10 minutos, enquanto no hospital Eduardo Santos Silva, Vila Nova de Gaia, o tempo de espera era de 01 hora e 51 minutos e quatro pessoas esperavam com pulseira urgente.

A triagem de Manchester, que permite avaliar o risco clínico do utente e atribuir um grau de prioridade, inclui cinco níveis: emergente (pulseira vermelha), muito urgente (laranja), urgente (amarelo), pouco urgente (verde) e não urgente (azul).

Nos casos de pulseira amarela, o primeiro atendimento não deve demorar mais de 60 minutos, e no caso da pulseira verde a recomendação é que não vá além de 120 minutos (duas horas).

Últimas do País

Um guarda prisional, de cerca de 40 anos, foi agredido por um visitante no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa, depois de lhe ter ordenado que abandonasse as instalações. O suspeito encontrava-se acompanhado por uma criança e terá desobedecido às indicações do funcionário.
Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.