BTL começa hoje com lotação de expositores esgotada

A BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa começa hoje, com lotação esgotada nos quatro pavilhões da FIL e com a organização a esperar ultrapassar o número de visitas do ano passado.

© D.R.

 

A 34.ª edição da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa decorre, na FIL – Parque das Nações, sendo até sexta-feira para profissionais e sábado e domingo para o público geral.

“A expectativa para este ano é ter uma edição mais completa e diversificada, até porque conseguimos ter o espaço de exposição esgotado e temos uma oferta internacional superior, e uma lista de espera significativa, quer de destinos internacionais quer de organizações nacionais publicas e privadas”, disse a gestora da BTL, Dália Palma, à Lusa.

A responsável refere que este nível de taxa de ocupação indica “uma participação significativa”, que espelha o compromisso da BTL “em apresentar uma edição mais estruturada e profissional do que nunca, com uma oferta diversificada ao nível de expositores, setores e conteúdos”.

Assim, e a nível global, nos quatro pavilhões da feira, estarão mais de 400 expositores e uma representação de mais de 1.400 empresas e instituições.

“Estes aspetos afirmam a vitalidade da BTL enquanto principal evento nacional de turismo. As áreas presentes como a BTL LGBTI+, BTL Formação & Emprego ou BTL Cultural, desempenham também um papel crucial no valor acrescentado que a feira aporta para os participantes. Salientamos também a questão da internacionalização, nomeadamente ao nível da presença de 85 destinos internacionais e o Programa de Hosted Buyers, representado este ano por 42 mercados emissores e um total de 200 compradores internacionais, convidados da BTL em parceria com a TAP, Turismo de Portugal e da ACISO”, acrescenta em respostas escritas à Lusa.

Questionada sobre o número de visitantes que esperam receber, Dália Palma refere que o objetivo é, “acima de tudo, superar os resultados de 2023, dando continuidade a uma estratégia que prima pela qualidade, diversidade e valor entregue aos clientes e parceiros, sejam eles expositores ou visitantes”.

Em 2023 a organização da BTL disse que a edição daquele ano tinha contado com mais de 63 mil visitantes.

Este ano os Açores foram escolhidos como o Destino Nacional Convidado da BTL, “devido à sua oferta diversificada”, e com a intenção de se promover “a riqueza natural, cultural e turística” daquela região autónoma que, segundo a organização, “apresenta um imenso potencial como destino turístico, não só pelas suas características intrínsecas, mas também pelas suas práticas ao nível da sustentabilidade e da conservação ambiental”.

Já Cabo Verde – “um velho amigo da BTL e um destino de eleição dos portugueses” – é “pela sua cultura rica, hospitalidade única e diversidade turística, oferecendo experiências culturais enriquecedoras e praias deslumbrantes” o Destino Internacional Convidado.

“O facto de Cabo Verde surgir em destaque nesta edição da BTL é um justo prémio por todo o trabalho que tem vindo a realizar”, reforça a responsável, acrescentando que “a proximidade geográfica a Portugal, aliada à facilidade de acesso com voos diretos regulares, torna Cabo Verde uma escolha ainda mais apelativa para os viajantes portugueses, tanto a nível de lazer como de negócios. A paisagem exótica do arquipélago, além de ser um convite ao relaxamento, proporciona um ambiente propício para o desenvolvimento de oportunidades comerciais”.

Para a BTL, o crescente interesse dos portugueses por este país está refletido nos dados do Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde, com Portugal a representar “um dos maiores mercados emissores de turistas para o arquipélago, tanto em entradas quanto em dormidas”.

Últimas do País

A divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.
Ao contrário do Reino Unido, onde o Governo publica estimativas sobre os custos do sistema de asilo e do apoio aos requerentes de asilo, o Governo não dispõe de um cálculo oficial que permita saber quanto custa, em média, cada imigrante em situação irregular ao Estado.
Líder do CHEGA acusa PSD de ceder à esquerda e defende que quem obtém a nacionalidade portuguesa e comete crimes como pedofilia, tráfico de seres humanos ou associação criminosa deve deixar de ser português.
Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.
O INEM registou em 2025 um aumento de 22,5% das ocorrências relacionadas com afogamentos e acidentes de mergulho com crianças e jovens e alertou que os mais novos devem estar sempre "sob vigilância ativa" nas zonas balneares.
André Ventura acusa o PSD de recuar na Lei da Nacionalidade e diz que a exclusão dos crimes de pedofilia dos casos de perda de nacionalidade é “inaceitável”. CHEGA avisa que não viabilizará a reconfirmação do diploma se o texto não for alterado.
Durante 18 meses, uma organização criminosa operou praticamente sem levantar suspeitas às portas da capital portuguesa. Oito homens são agora acusados de tráfico agravado de droga, associação criminosa e posse ilegal de armas.
O inspetor-geral de Finanças (IGF) afirmou hoje no parlamento que Portugal tem deficiências no controlo dos benefícios fiscais e pediu uma resposta estrutural a este problema.
O líder do CHEGA diz que os socialistas continuam a evitar o caso Sócrates e garante que o Estado não deve pagar “nem mais um cêntimo” ao antigo primeiro-ministro.
Investigação da Polícia Judiciária aponta para um esquema de falsas reformas por invalidez que terá envolvido três médicos. Mais de 180 pessoas perderam a prestação depois de terem sido consideradas aptas para trabalhar.