13 Abril, 2024

O Bodes “respiratórios”

O crescimento espantoso do Partido CHEGA, continua a ser muito mal digerido por muitos comentadores e jornalistas da nossa praça, e como tal procuram de todas as formas e feitios descredibilizar e até enlamear o excelente resultado alcançado nas últimas eleições legislativas realizadas a 10 de março.

E é com alguma preocupação que vejo o desespero, daqueles que no mínimo deviam ser rigorosos e imparciais, a embarcar na critica infundada, em fabulações e recentemente até no insulto gratuito.

Nos últimos dias, tem se visto em vários canais televisivos uma azia generalizada, levando mesmo a algumas personagens a perder o controle, a vergonha e a postura.

Tudo serve para atacar o CHEGA, o seu líder, os seus eleitos e até o seu eleitorado.

Sabemos desde a nossa formação que estávamos sujeitos a um escrutínio desmesurado, uma vez que nos apresentamos sempre como um partido antissistema, e como não alinhamos no politicamente correto nem nos vergamos, é com naturalidade que nos “persigam”, de uma forma cobarde e sem olhar a meios.

No meio deste clima de desespero, vejam lá que um famoso jornalista e comentador da nossa praça até “bonecos da calda” chamou aos deputados do CHEGA.

Mas não se ficam por aqui, ignorantes, arruaceiros, gangsters, analfabetos são alguns dos insultos que já contabilizei e ainda nem há um mês foram as eleições.

Por outro lado, acusam o CHEGA de se aproveitar das redes sociais, para propagar desinformação.

“Eles enterram o País o povo aguenta, o qualquer dia a bolha rebenta, de boca em boca nas redes sociais, ouvem-se verdades que não vêm nos jornais…”, este pequeno excerto pertence a um dos maiores êxitos de um rapper e cantor português, Boss AC, e contraria a retórica e narrativa de uma classe jornalística que teima em bater na tecla da imparcialidade.

Mas podem procurar todo o tipo de “bodes respiratórios”, sim respiratórios, porque se agarram a qualquer tabua de salvação para se manterem à tona e continuarem a respirar, num negócio cada vez mais ligado às máquinas.

Percebe-se hoje, que se não se houve redes sociais, estaríamos a ser formatados e manipulados por esta classe claramente enviesada e imparcial.

Mas os portugueses já perceberam e entenderam, até porque tem 50 anos de roubos, casos de corrupção, vergonhas, marasmo e empobrecimento como prova testemunhal.

E não há forma de dar a volta e esconder essa realidade.

Crescemos e vamos continuar a crescer, porque Portugal precisa de facto de uma limpeza.

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