Projeto de 14 milhões de euros vai repor areia que desapareceu após temporal em praia algarvia

A Agência Portuguesa do Ambiente tem um projeto de 14 milhões de euros para repor areia numa faixa litoral que inclui a Praia do Forte Novo, em Quarteira, cujo areal desapareceu após o temporal da última semana, informou a autarquia.

© D.R.

De acordo com uma nota de imprensa da Câmara de Loulé, no distrito de Faro, a realização da recarga do areal está agora dependente de uma candidatura a fundos da União Europeia e à abertura de um concurso público internacional.

“A ARH [Administração da Região Hidrográfica] Algarve — Agência Portuguesa do Ambiente tem já executado um projeto de recarga de toda a zona de areal entre a frente de mar de Quarteira e a praia do Ancão, cujo valor estimado ronda os 14 milhões de euros”, lê-se na nota.

A autarquia acrescenta que o projeto foi submetido numa candidatura a fundos comunitários ao abrigo do Programa de Ação Climática e Sustentabilidade (PACS) e que, após a aprovação da candidatura, seguir-se-á a “abertura de concurso público internacional para a realização da empreitada de reposição do areal”.

O temporal marítimo da última semana provocou estragos em áreas litorais na costa sul de Portugal continental, fazendo desaparecer o areal da Praia do Forte Novo, na freguesia de Quarteira, concelho de Loulé, tendo ainda originado a destruição parcial dos passadiços e mobiliário urbano aí existentes.

A Câmara de Loulé assegurou que irá proceder aos trabalhos de remoção de todos os destroços e outros resíduos aí acumulados, a fim de limpar toda a área afetada, e após a reposição do areal a autarquia irá “assumir a reabilitação dos passadiços e equipamentos adjacentes”.

O município classifica a ocorrência como “lamentável” e “causadora de prejuízos à imagem turística da região”, e reafirma a necessidade de “o legislador criar as condições legais necessárias, através da instituição de um fundo regional para resposta imediata e simplificada às consequências graves dos fenómenos climáticos, que irão aumentar de frequência no futuro”.

Últimas do País

Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo um inquérito divulgado hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Sindicato dos Técnicos da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (SinDGRSP) cumpre hoje um dia de greve e uma manifestação junto à cadeia do Porto, por entender que a portaria sobre carreiras está aquém do negociado.
Três suspeitos escaparam antes da operação da Polícia Judiciária. Um terá conseguido quase 200 mil euros e outro transferiu cerca de 40 mil euros para contas no Brasil. Nove arguidos estão a ser julgados em Cascais.
Uma aterragem inesperada numa herdade em Serpa está a ser investigada pelas autoridades. O piloto terá pedido aos trabalhadores que não chamassem a polícia, abandonou o local de táxi e deixou uma carteira com documentos e dois mil euros.
Quase 13 mil residências foram alvo de furto num único ano. PSP e GNR registaram, em conjunto, uma média superior a 35 ocorrências por dia, apesar de os números terem descido face ao ano anterior.
O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.