ASAE alerta para burlas por falsos inspetores praticadas no Baixo Alentejo

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) alertou hoje que pessoas que se fazem passar por inspetores daquele organismo estão a praticar burlas, que têm como alvo operadores económicos, na região do Baixo Alentejo.

©ASAE

 

Em comunicado enviado à agência Lusa, a ASAE disse ter tido conhecimento de que, nesta zona alentejana, ou seja no distrito de Beja, “se estão a materializar práticas de burla efetuadas por indivíduos que se fizeram passar por inspetores desta autoridade”.

Estes alegados falsos inspetores, “por meios ilícitos e utilizando situações fictícias, procuram recolher, em benefício próprio, pagamentos ou vantagens que não lhes são devidos”, disse a ASAE, referindo que esta prática tem “vindo a ser adotada já há alguns meses e a nível nacional”.

“Em regra, o método utilizado pelos indivíduos passa pela notificação aos operadores económicos sobre uma hipotética contraordenação, exigindo de imediato o pagamento de uma coima, usualmente por transferência bancária ou referência multibanco, sob ameaça de uma subsequente medida adicional agravada de encerramento de estabelecimento”, pode ler-se no comunicado.

Já “noutras situações, foi detetada a prática de recorrerem ao preenchimento de fichas de fiscalização para simularem ações de fiscalização e posteriormente serem notificados da hipotética contraordenação”.

A ASAE alertou que estas são “tentativas fraudulentas de obter proveitos e privilégios ilegítimos, por meio de usurpação de poderes e funções de uma Autoridade, pelo que os operadores económicos não devem, em caso algum, seguir essa instrução”.

“Independentemente do teor da informação comunicada, as notificações para pagamento de contraordenações da ASAE são sempre efetuadas de acordo com os requisitos formais e legais”, alertou o organismo.

Por isso, frisou, “os operadores económicos nunca deverão proceder ao pagamento em direto de qualquer quantia”.

No mesmo comunicado, a ASAE aconselhou ainda que, se for recebida alguma mensagem ou contacto, o visado faça chegar essa mesma informação àquela autoridade, através do endereço correio.asae@asae.pt.

Últimas do País

A PSP deteve 22 pessoas por furto em interior de residência e registou 1.125 crimes desta tipologia no primeiro trimestre do ano, indicou hoje aquela polícia, avançando que "continua a ser uma preocupação permanente" apesar de terem diminuído.
Um homem de 51 anos morreu esta segunda-feira ao início da tarde no concelho de Coimbra, na sequência da queda de uma grua, disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Coimbra de Emergência e Proteção Civil.
A peça inaugurada no 25 de Abril foi adjudicada por ajuste direto ao artista Vhils e paga com dinheiro público.
O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu manter em prisão preventiva o ex-adjunto da antiga ministra da Justiça Catarina Sarmento e Castro acusado de crimes de pornografia e abuso de menores.
O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) admitiu hoje que há pagamentos em atraso referentes aos ataques de lobos nas regiões Norte e Centro do país comunicados este ano, encontrando-se já uma parte dos processos em pagamento.
O mosquito transmissor de doenças como dengue e febre-amarela foi detetado em 2025 em Lisboa, Oeiras, Almada e Sesimbra, elevando para 28 o número de concelhos onde foi identificado, mais 10 do que em 2024, segundo dados do Insa.
Mulher com mais de 70 anos foi atacada enquanto dormia. Suspeito de 32 anos foi detido pela Polícia Judiciária.
A PSP multou 9.077 condutores por falta de inspeção dos veículos, desde o início do ano, no âmbito de 6.777 operações que abrangeram 231.501 condutores, anunciou hoje esta polícia.
A média de graduação dos professores que concorrem em mobilidade interna é cada vez mais baixa, porque são cada vez mais novos, estando a perder-se a “memória pedagógica”, de acordo com plataforma que retrata a classe docente.
O julgamento de dois homens suspeitos de tráfico de droga, previsto iniciar hoje de manhã no Tribunal de Leiria, foi adiado pela segunda vez porque a prisão não conduziu de novo um arguido, motivando críticas da juíza presidente.