Acidente com helicóptero do INEM em Mondim de Basto

Um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) sofreu hoje um acidente ao aterrar em Atei, Mondim de Basto, e os quatro ocupantes vão ser transportados ao hospital por precaução, disse fonte do INEM.

©D.R.

Fontes dos bombeiros de Mondim de Basto e do Sub-comando regional do Ave disseram à agência Lusa que os quatro ocupantes saíram ilesos do acidente com a aeronave, no entanto, fonte do INEM referiu que os quatro apresentam algumas escoriações e vão ser encaminhados para o hospital “por precaução”.

O comandante dos bombeiros de Mondim de Basto, Carlos Magalhães, disse à agência Lusa que o acidente aconteceu na zona de Atei, distrito de Vila Real, que a bordo seguiam quatro tripulantes e que a aeronave tinha sido acionada para um acidente de trabalho numa pedreira, naquela freguesia.

“Neste momento estão-se a efetuar as manobras de proteção ao helicóptero, uma vez que traz 900 litros de combustíveis”, referiu o comandante, pelas 14:00.

Fonte do Sub-comando regional do Ave disse que a bordo da aeronave seguiam piloto, copiloto, médico e enfermeiro e salientou que “não há feridos registar”, apenas danos materiais.

Segundo explicou esta fonte , durante a aterragem, as hélices levantaram muito pó e a aeronave terá embatido numas árvores ali existentes, e, em consequência, o aparelho “tombou lateralmente”.

A equipa do helicóptero do INEM, sediado em Macedo de Cavaleiros, tinha sido acionada para um acidente de trabalho numa pedreira, uma queda em altura, sendo que, para a retirada do ferido foi, entretanto, acionado o helicóptero do INEM sediado em Viseu.

O alerta foi dado às 12:30 e para o local foram mobilizados 31 operacionais e nove viaturas.

Contactada pela Lusa, o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) disse ter sido já notificado de uma ocorrência relativa a acidente com um helicóptero do INEM na zona de Mondim de Basto, estando a mobilizar uma equipa de investigação para o local.

Últimas do País

Os proprietários de imóveis com um IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) superior a 100 euros têm até hoje para pagar a última prestação deste imposto.
O preço da farinha e do açúcar tem vindo a baixar desde o início do ano, mas o valor dos ovos deverá encarecer os doces de Natal, ao registar, desde o início do ano, um aumento de quase 32%.
Cerca de 20% das 2.331 vagas abertas para os novos médicos escolherem a especialidade ficaram por preencher, anunciou hoje a Federação Nacional dos Médicos (FNAM), alertando para a incapacidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em fixar esses profissionais.
O Banco Alimentar Contra a Fome (BA) começa hoje uma nova campanha de recolha de alimentos, em 2 mil lojas e com a ajuda de mais de 41 mil voluntários, apelando “à partilha de alimentos com quem mais precisa”.
A TAP está a atualizar o ‘software’ de controle de voo dos seus aviões A320, após problemas detetados pela Airbus, mas com “impacto reduzido” na operação e sem necessidade de cancelamentos, avançou hoje à Lusa fonte oficial da companhia.
O médico Miguel Alpalhão, que recebeu mais de 700 mil euros em três anos de cirurgias adicionais no Hospital de Santa Maria (Lisboa), foi suspenso de funções com perda total de vencimento.
Os maiores aumentos registaram-se entre mulheres asiáticas, sobretudo oriundas do Bangladesh, que ocupou o segundo lugar no número de episódios nos dois anos analisados.
Um bebé de apenas um ano deixou de respirar nos braços do pai, em Loures, mas a tragédia foi evitada por um agente da PSP que, em poucos segundos, conseguiu reanimá-lo.
O Governo decidiu que a solução para os problemas da saúde não passa por mais médicos, mais recursos ou menos burocracia, passa por criar um novo cargo. As Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) vão ganhar vice-presidentes especializados em Saúde, num movimento que promete revolucionar tudo… exceto o que realmente precisa de ser revolucionado.
O mês passado foi o segundo outubro mais quente em Portugal continental desde 1931, tendo sido muito quente e seco, segundo o mais recente boletim climatológico mensal do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) hoje divulgado.