André Ventura insultado no plenário por deputados do PSD

No encerramento do debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2025, a intervenção de André Ventura foi interrompida pelas reações de algumas bancadas.

© Folha Nacional

O Presidente do CHEGA criticava as prioridades da proposta orçamental do Executivo de Luís Montenegro, afirmando que se tratava de “um Governo tão ladrão como era ladrão o anterior”, referindo-se ao governo socialista.

A afirmação de André Ventura baseou-se no facto de que este Governo concede benefícios, mas depois retira mais impostos indiretos aos portugueses, ou, como diria André Ventura, “tira de um lado para dar no outro”.

Perante tal afirmação, ouviram-se no plenário insultos como “escumalha” e “miseráveis,” principalmente vindos dos deputados do PSD, Miguel Santos e Carlos Reis. O Presidente da Assembleia da República, Aguiar-Branco, foi forçado a intervir, solicitando que os deputados “se abstenham de linguagem e gestos inapropriados,” argumentando que, naquele momento, alunos de escolas estavam a assistir aos trabalhos parlamentares.

André Ventura aproveitou para retomar a sua intervenção, afirmando ser positivo que os alunos estivessem a assistir para que pudessem perceber em que estado está o país, referindo-se ao comportamento inaceitável dos deputados que recorreram a insultos e gestos infelizes sem respeitar a opinião do Presidente do CHEGA, mostrando até alguma falta de sentido democrático.

Últimas de Política Nacional

O partido liderado por André Ventura vota a favor do alargamento e acusa Governo de manter um sistema injusto para as famílias.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA, André Ventura, acusou esta quinta-feira, 22 de janeiro, Marques Mendes de se ter juntado ao “tacho de interesses” ao declarar o seu apoio a António José Seguro na segunda volta, dirigindo também críticas a CDS e Iniciativa Liberal.
Será o primeiro, o último e o único. António José Seguro aceitou apenas um debate televisivo frente a André Ventura, tornando o confronto da próxima terça-feira o único momento de embate direto entre os dois candidatos à Presidência da República antes da votação final.
Uma militante do PS do Barreiro, com assento na comissão política local e influência na definição das listas autárquicas, é apontada como ligada ao grupo 1143. Fontes socialistas confirmam a informação, mas a estrutura local mantém-se em silêncio e não retirou a confiança política.
Sob um clima de confronto desde o primeiro minuto, André Ventura entrou na entrevista da RTP a defender-se de perguntas polémicas e a virar o jogo político: da controvérsia inicial à mensagem central, o candidato deixou claro que a segunda volta é uma escolha sem meio-termo.
O Ministério Público de Alenquer deverá receber uma queixa-crime contra um vereador da CDU na Câmara Municipal da Azambuja, depois de este ter admitido a utilização de uma viatura municipal para fins privados. O caso está a gerar polémica política e acusações de falta de ética na gestão de bens públicos.
Pedro Pinto, líder parlamentar do CHEGA, desafia o primeiro-ministro a assumir de que lado está nas presidenciais. Para o CHEGA, apoiar um candidato socialista depois de criticar o PS é incoerente e a direita tem agora uma oportunidade histórica de travar o socialismo em Belém.
Projeto de lei, a que o Folha Nacional teve acesso, centra-se no superior interesse da criança e na evidência científica.
O CHEGA tentou levar o ministro da Economia e da Coesão Territorial ao Parlamento para explicar o acordo político entre PSD e PS sobre as CCDR. Os dois partidos uniram-se para travar o escrutínio e impedir esclarecimentos sobre um entendimento que decide lideranças regionais à porta fechada.
O candidato presidencial André Ventura desafiou hoje o seu adversário, António José Seguro, para três debates durante uma campanha para a segunda volta e acusou o socialista de “querer fugir” à discussão por “medo do confronto”.