André Ventura insultado no plenário por deputados do PSD

No encerramento do debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2025, a intervenção de André Ventura foi interrompida pelas reações de algumas bancadas.

© Folha Nacional

O Presidente do CHEGA criticava as prioridades da proposta orçamental do Executivo de Luís Montenegro, afirmando que se tratava de “um Governo tão ladrão como era ladrão o anterior”, referindo-se ao governo socialista.

A afirmação de André Ventura baseou-se no facto de que este Governo concede benefícios, mas depois retira mais impostos indiretos aos portugueses, ou, como diria André Ventura, “tira de um lado para dar no outro”.

Perante tal afirmação, ouviram-se no plenário insultos como “escumalha” e “miseráveis,” principalmente vindos dos deputados do PSD, Miguel Santos e Carlos Reis. O Presidente da Assembleia da República, Aguiar-Branco, foi forçado a intervir, solicitando que os deputados “se abstenham de linguagem e gestos inapropriados,” argumentando que, naquele momento, alunos de escolas estavam a assistir aos trabalhos parlamentares.

André Ventura aproveitou para retomar a sua intervenção, afirmando ser positivo que os alunos estivessem a assistir para que pudessem perceber em que estado está o país, referindo-se ao comportamento inaceitável dos deputados que recorreram a insultos e gestos infelizes sem respeitar a opinião do Presidente do CHEGA, mostrando até alguma falta de sentido democrático.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para eliminar vários benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos, defendendo que não faz sentido existirem “privilégios” para estruturas partidárias enquanto os contribuintes enfrentam uma carga fiscal cada vez mais elevada.
Uma nova sondagem da Aximage revela que a maioria dos portugueses concorda com a proposta do CHEGA para baixar a idade da reforma. Segundo os dados divulgados, 69% dos inquiridos apoiam a medida defendida por André Ventura.
Luís Montenegro afirmou que a situação económica e financeira de Portugal está melhor do que a da Alemanha, declarações que estão já a gerar críticas e incredulidade nas redes sociais.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para reforçar os poderes das Polícias Municipais, permitindo clarificar legalmente a detenção de suspeitos em flagrante delito e a sua entrega imediata à PSP ou à GNR.
Álvaro Santos Pereira será ouvido na Assembleia depois de o CHEGA exigir esclarecimentos sobre compras travadas pelo Banco Central Europeu.
Ilídio Ferreira abandona o Partido Socialista e mantém mandato como independente. O pedido de desfiliação foi remetido a 25 de abril ao secretário-geral do partido.
O presidente do CHEGA, André Ventura, saudou hoje a promulgação, pelo Presidente da República, do decreto que altera a Lei da Nacionalidade e afirmou que esta legislação teve o "consenso possível".
O Governo quer criar um novo organismo para gerir 'situações de crise', num investimento de 33 milhões de euros, mas a proposta já está a levantar dúvidas sérias, incluindo o risco de ser inconstitucional.
Nova lei endurece regras de acesso à nacionalidade portuguesa e reforça exigência de ligação efetiva ao país.
Os preços dos combustíveis voltam a subir esta segunda-feira e aproximam-se de níveis históricos. Medidas do Governo são insuficientes para travar a subida dos preços.