Explicador condenado por pedofilia volta a abusar de menores em Viana do Castelo

O explicador foi de novo detido pela Polícia Judiciária de Braga, em março do ano passado, e vai ser julgado agora por seis crimes de abuso sexual, dois dos crimes são agravados.

© D.R.

Um explicador de Matemática, de 48 anos, de Viana do Castelo, foi condenado a uma pena suspensa de cinco anos, em 2018, por 88 crimes sexuais contra 11 adolescentes.

Em março do ano passado, voltou a cometer o mesmo crime, quando ainda estava proibido de contactar menores de 16 anos, sendo de novo detido pela Polícia Judiciária (PJ) de Braga. Agora, vai ser julgado por seis crimes de abuso sexual, dois dos crimes são agravados.

A notícia é do Correio da Manhã (CM) que conta que, em 2022, o explicador abriu um centro de explicações num centro comercial, em Viana do Castelo, quando estava ainda a cumprir a pena.

“Mudou de nome e de visual e conseguiu, desta forma, angariar alunos para explicações. Abusou de pelo menos dois rapazes, na altura com 13 e 14 anos”, relata o CM.

Segundo a acusação do Ministério Público de Viana do Castelo, o predador aproveitou-se da “relação de confiança que mantinha com a família” das vítimas.

“Em fevereiro deste ano, após a extinção da pena, o explicador cortou o cabelo e recuperou o aspeto físico anterior. Foi reconhecido na rua e denunciado às autoridades. A PJ fez buscas ao gabinete onde aconteciam as explicações, mas o espaço estava vazio. O explicador acabou por ser detido, depois de assumir parte dos crimes perante o juiz que o mandou para a cadeia. Encontra-se em prisão preventiva”, escreve o CM.

Note-se que, em 2009, o explicador, que também dava aulas de karaté, foi investigado por abuso sexual de um menor. O Ministério Público arquivou o caso. Em 2010, a Justiça arquivou mais uma queixa. Já em 2018, foi julgado por 159 crimes de abuso sexual de crianças e oito de atos sexuais com adolescentes. O coletivo que o julgou absolveu-o de 76 crimes e um dos juízes votou contra a suspensão da pena.

Últimas do País

A GNR da Guarda constituiu cinco arguidos, na quarta-feira, por crimes de burla, no âmbito de uma investigação que decorreu nos distritos do Porto e Coimbra, e apreendeu 4.210 euros em numerário, telemóveis e material informático.
Quatro homens detidos numa operação de combate ao tráfico de droga, em que foram apreendidas quatro toneladas de haxixe e duas embarcações na costa de Setúbal, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou hoje a GNR.
O presidente do CHEGA pediu hoje ao primeiro-ministro que “volte para Portugal” para que esteja presente na coordenação do combate aos incêndios e possa dar “um puxão de orelhas” ao ministro da Educação por causa dos exames nacionais.
A Polícia Judiciária realizou esta sexta-feira buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, presidida pelo PSD. A investigação incide sobre procedimentos administrativos e contratos celebrados com empresas privadas durante o ano de 2025.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou hoje de 10 para 12 o número de distritos de Portugal continental que estão sob aviso vermelho devido ao calor, situação que se mantém até domingo na maioria destes territórios.
Um homem ficou desalojado na sequência de um incêndio que lavra desde quinta-feira no concelho de Cinfães e que está a ser combatido por cerca de uma centena de operacionais, revelou hoje fonte dos Bombeiros de Nespereira.
A divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.
Ao contrário do Reino Unido, onde o Governo publica estimativas sobre os custos do sistema de asilo e do apoio aos requerentes de asilo, o Governo não dispõe de um cálculo oficial que permita saber quanto custa, em média, cada imigrante em situação irregular ao Estado.
Líder do CHEGA acusa PSD de ceder à esquerda e defende que quem obtém a nacionalidade portuguesa e comete crimes como pedofilia, tráfico de seres humanos ou associação criminosa deve deixar de ser português.
Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.