MORADORA da MOURARIA DENUNCIA CRIMINALIDADE

Joana Figueiredo (nome fictício), de 30 anos, residente no bairro da Mouraria, Lisboa, denunciou ao Folha Nacional os graves problemas de criminalidade e insegurança que afetam a zona.

© D.R.

A moradora descreve situações de violência e crime recorrentes, como rixas constantes, principalmente na praça do Martim Moniz, onde confrontos entre grupos, de indivíduos indostânicos, se tornam cada vez mais frequentes.

Além disso, Joana relata o consumo de drogas em plena luz do dia nas Escadinhas da Saúde, na Rua Marquês Ponte de Lima e no Parque de Estacionamento do Martim Moniz, que cria um ambiente de intimidação para os moradores e turistas.

Joana destaca ainda o risco de encontrar dejetos humanos deixados por quem se refugia nessas zonas para consumir, outra situação que afeta a qualidade de vida da comunidade local.

Os roubos têm sido outro problema crescente na zona, com Joana a salientar incidentes frequentes nos últimos cinco anos.

Um deles ocorreu no Largo da Rosa, onde foi testemunha de uma tentativa de assalto a um carro. Após o episódio, tentou contactar a polícia, mas não obteve resposta, o que agravou ainda mais a sensação de insegurança.

Outro caso alarmante foi a violação de uma jovem estudante nas Escadinhas da Saúde, aumentando
a sensação de vulnerabilidade, especialmente entre as mulheres, que se sentem constantemente ameaçadas ao sair de casa.

Joana faz um apelo à intervenção das autoridades, que, segundo a própria, têm falhado em dar uma resposta eficaz. Tecendo várias críticas à falta de ação da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior e da Câmara Municipal de Lisboa, liderada por Carlos Moedas.

Joana sugere, então, que o presidente da Junta e o presidente da Câmara realizem visitas diárias à zona para tomarem conhecimento da gravidade da situação e agirem de forma mais eficiente, pedindo ações concretas para combater a criminalidade e restaurar a segurança na área.

Por fim, Joana expressa sentir-se exausta de viver em constante medo e alerta, se nada for feito, a situação tende a piorar devido ao crescente sentimento de impunidade daqueles que, diariamente, cometem crimes nestas ruas.

Últimas do País

Um homem de 34 anos suspeito de vários assaltos a postos de abastecimento de combustível, e outros estabelecimentos comerciais ocorridos nos últimos meses em Aveiro, vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, informou hoje a PSP.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve na quinta-feira, no Aeroporto de Lisboa, uma mulher procurada pelas autoridades da Dinamarca, país de onde fugiu acompanhada por um filho menor, à guarda do progenitor, foi hoje divulgado.
O homem de 49 anos que tinha sido detido este mês por suspeita de atear vários incêndios florestais em Águeda, no distrito de Aveiro, voltou a ser detido pelo mesmo crime, informou hoje a Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve em Lisboa um cidadão estrangeiro, de 32 anos, procurado pelas autoridades brasileiras por um crime de tráfico de droga, foi hoje divulgado.
A GNR contabilizou hoje de manhã 380 camiões na marcha lenta organizada por empresários do setor das terraplanagens e realçou que o protesto decorreu sem incidentes.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou um total de 99 acidentes nas estradas da Região Autónoma da Madeira na última semana, que fizeram 29 feridos, quatro dos quais graves, e uma vítima mortal.
Luísa Ribeiro integra uma das equipas candidatas à liderança da televisão pública, mas mantém um processo contra o Estado e a Presidência do Conselho de Ministros, precisamente a área governativa que tutela a RTP. Caso estará relacionado com a sua saída da administração da AIMA.
O Ministério Público (MP) acusou de homicídio qualificado um homem de 51 anos que, em dezembro de 2025, matou a golpes de enxada uma vizinha de 71 anos em Adaúfe, Braga, por causa de uma dívida de 35 euros.
O Presidente da Junta de São Marcos da Serra é acusado de ter feito uma denuncia falsa à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens depois de estes o terem enfrentado. Questionado pela Sábado sobre se ainda tem condições para continuar, Márcio Coelho responde: "Obviamente".
O presidente do CHEGA, André Ventura, lamentou hoje a morte de uma bombeira de 24 anos que combatia um incêndio florestal em Resende e destacou a sua "coragem, dedicação e sacrifício".