Proteção Civil colocou bombeiros em alerta às 20:00 de segunda-feira

A Proteção Civil colocou os bombeiros em alerta às 20:00 de segunda-feira, quando algumas zonas do país já tinham luz elétrica e mais de oito horas depois do apagão, disse hoje o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LPB).

© DR

António Nunes avançou à Lusa que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) colocou o dispositivo em alerta laranja (o segundo mais grave de uma escala de quatro) às 20:00 de segunda-feira, estado que se prolonga até às 00:00 de hoje.

O presidente da Liga, que representa mais de 400 associações humanitárias de bombeiros voluntários do país, afirmou que as corporações de bombeiros só foram colocadas em alerta às 20:00 de segunda-feira, quando o apagão geral de energia aconteceu às 11:30 e numa altura em que algumas zonas do país já tinham luz elétrica.

A Lusa confirmou também junto de uma corporação de bombeiros que o alerta laranja chegou já passava das 20:00.

A emissão de alertas especiais ao sistema de proteção civil é da competência da ANEPC e tem como objetivo elevar o grau de prontidão e resposta operacional e dar conhecimento ao dispositivo de informações essenciais da situação de modo a permitir o desencadear de ações complementares no âmbito da proteção e socorro.

A Lusa contactou a ANEPC sobre a emissão de alerta laranja às 20:00 de segunda-feira e quais os motivos, mas até ao momento não obteve qualquer resposta.

Um corte generalizado no abastecimento elétrico afetou na segunda-feira, desde as 11:30, Portugal e Espanha, continuando sem ter explicação por parte das autoridades.

Aeroportos fechados, congestionamento nos transportes e no trânsito nas grandes cidades e falta de combustíveis foram algumas das consequências do apagão.

O operador de rede de distribuição de eletricidade E-Redes garantiu hoje de manhã que o serviço está totalmente reposto e normalizado.

Últimas do País

Dois terços das escolas inquiridas num estudo da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), divulgado esta segunda-feira, assinalam terem sido afetadas pela falta de professores no último ano letivo e um terço das direções preveem dificuldades para o que agora arranca.
A GNR deteve em Castelo Branco um homem de 33 anos foragido à justiça e sobre o qual pendia um mandado de detenção para cumprimento de pena de prisão efetiva por diversos crimes, incluindo o de homicídio por negligência.
O Banco Português de Fomento vai suportar uma deslocação a Paris do Conselho Consultivo Estratégico, órgão composto por 20 personalidades, e do presidente da comissão executiva, Gonçalo Regalado. Tratando-se de um banco público, há um pormenor que fica por esclarecer: não foi indicado quantas pessoas participarão na viagem nem qual será a fatura final.
Hospital serve quase o dobro da população para que foi projetado. Presidente da ULS admite pressão do “turismo de saúde”, revela que a maioria dos nascimentos é de estrangeiros e questiona quem paga os cuidados de quem não desconta em Portugal. Há ainda 200 mil pessoas sem médico de família.
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) alertou hoje para “o impacto muito negativo” dos aumentos sucessivos dos preços dos combustíveis “na sustentabilidade financeira” das associações humanitárias, considerando que estes aumentos estão “a estrangular” as corporações de bombeiros.
Um militar da GNR foi atropelado este domingo na Costa da Caparica por um motociclo, cujo condutor desobedeceu a uma ordem de paragem emitida pelas autoridades. O incidente ocorreu na Estrada da Fonte da Telha, concelho de Almada, distrito de Setúbal, segundo informações fornecidas por uma fonte da Guarda Nacional Republicana.
Mais de 50 concelhos dos distritos de Castelo Branco, Guarda, Coimbra, Santarém, Leiria, Portalegre e Faro estão esta segunda-feira em perigo máximo de incêndio rural, num dia em que as temperaturas vão manter-se elevadas, segundo o IPMA.
Tinha 23 anos, encontrava-se em situação irregular em Portugal e já tinha sido notificado para abandonar voluntariamente o país. O cidadão estrangeiro foi localizado em Lisboa durante uma operação da Polícia Judiciária e constituído arguido por fortes suspeitas de burla informática e nas comunicações e de branqueamento.
A GNR dá início esta sexta-feira à operação Escola Segura 2026/2027 e vai assinalar o regresso às aulas com um conjunto de ações de sensibilização dirigidas aos alunos, professores e encarregados de educação, abrangendo mais de 4.400 estabelecimentos.
As escolas começam esta sexta-feira a receber alunos para mais um ano letivo que será marcado pela proibição dos smartphones até ao 9.º ano e pela já anunciada falta de professores, em especial na zona de Lisboa.