CHEGA quer plano de emergência para trazer de volta comunidade portuguesa na Venezuela

O CHEGA apresentou um projeto de resolução no Parlamento onde defende um reforço das medidas de proteção para os cidadãos portugueses e lusodescendentes que vivem na Venezuela, face à instabilidade política e social que continua a marcar o país.

© Folha Nacional

A iniciativa surge na sequência dos desenvolvimentos recentes na Venezuela, incluindo a detenção de Nicolás Maduro nos Estados Unidos e a transição de poder para um governo liderado por Delcy Rodríguez, num contexto ainda considerado imprevisível.

No documento a que o Folha Nacional teve acesso, o partido liderado por André Ventura alerta para o agravamento das tensões internas e para o risco de escalada de violência, sublinhando que a situação no terreno continua longe de estar estabilizada, apesar de alguns sinais de abertura política.

Para o CHEGA, Portugal deve assumir um papel mais ativo na defesa dos seus cidadãos no estrangeiro, tendo em conta a dimensão da comunidade portuguesa na Venezuela, estimada em mais de um milhão de pessoas, incluindo lusodescendentes.

Entre as medidas propostas, destaca-se a pressão diplomática junto da comunidade internacional, em particular dos Estados Unidos e da União Europeia, para garantir a libertação de presos políticos e a realização de eleições livres e transparentes.

O partido defende ainda a preparação de um eventual plano de evacuação de cidadãos portugueses, caso a situação de segurança no país se degrade, bem como o reforço dos meios humanos e consulares no terreno para dar resposta às necessidades da comunidade.

Outra das propostas passa por um maior envolvimento do Estado português junto das instituições representativas da comunidade luso-venezuelana, com o objetivo de garantir apoio social, cultural e humanitário.

O CHEGA considera que a evolução da situação política na Venezuela pode ter impacto direto na segurança dos portugueses que ali residem e insiste que o Governo deve antecipar cenários e agir preventivamente.

O projeto de resolução será agora discutido na Assembleia da República.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA apresentou um projeto de resolução no Parlamento onde defende um reforço das medidas de proteção para os cidadãos portugueses e lusodescendentes que vivem na Venezuela, face à instabilidade política e social que continua a marcar o país.
Portugal passa a ter uma nova lei da nacionalidade, com o CHEGA a garantir a introdução da perda de nacionalidade para condenados por crimes graves.
O presidente do CHEGA propõe a criação de uma pena acessória de perda de nacionalidade para condenados e rejeita a atribuição meramente formal da cidadania, defendendo uma ligação efetiva a Portugal.
A nova empresa do ex-ministro do Ambiente do PS Duarte Cordeiro, a consultora Shiftify, concentra figuras com ligações ao Partido Socialista na sua estrutura.
O CHEGA garantiu a aprovação de um conjunto de alterações profundas ao modelo de mobilidade aérea para as Regiões Autónomas, numa decisão que o partido considera essencial para pôr fim às falhas que têm marcado o acesso às ligações entre o continente, a Madeira e os Açores.
O presidente do CHEGA revelou hoje que não foi possível chegar a acordo sobre a lei da nacionalidade e vai avançar com “propostas próprias e autónomas”, acusando o PSD de não conseguir “ser menos socialista do que os socialistas”.
O CHEGA quer que os profissionais da Força Especial de Proteção Civil passem a ser reconhecidos como profissão de desgaste rápido, defendendo que as funções que exercem justificam regras específicas no acesso à aposentação.
A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, arguido no processo relacionado com despesas em almoços de dirigentes municipais, afirmou que “odeia o que André Ventura representa”.
A Câmara Municipal de Matosinhos adjudicou, por ajuste direto, um contrato à sociedade de advogados Vieira de Almeida, onde a filha da presidente socialista da autarquia, Luísa Salgueiro, exerce funções como advogada estagiária.