Em causa estão pedidos de impugnação das listas do partido em municípios como Lisboa e Funchal, que o CHEGA considera ser uma tentativa clara de condicionar a liberdade de escolha dos eleitores e travar o crescimento da sua influência local.
Na Madeira, Miguel Castro, presidente do CHEGA Madeira, criticou o Partido Socialista por recorrer aos tribunais em vez de se apresentar ao eleitorado de forma transparente, classificando a atitude como um sinal de “desnorte e desespero”.
Também em Lisboa, o partido VOLT avançou com um pedido semelhante, o que, segundo o CHEGA, confirma a existência de um esforço concertado entre alguns partidos para excluir a sua participação por vias administrativas.
O CHEGA garante que não se deixará afetar por tentativas cobardes de impugnação e acusa os adversários de estarem “unidos pelo medo” da mudança política que o partido representa.
André Ventura reagiu com firmeza, afirmando que “quanto mais nos tentam calar, mais motivados estamos para continuar a lutar”, acusando PS, VOLT e outros partidos de quererem “ganhar nos tribunais aquilo que já não conseguem conquistar nas urnas”.