O jovem foi detido no sábado por agentes da Polícia de Segurança Nacional, que o levaram para interrogatório.
Em menos de 24 horas, a petição ultrapassou as 10.000 assinaturas, tendo sido encerrada no sábado.
Pouco tempo depois, as contas nas redes sociais do grupo e todas as ligações à petição desapareceram.
O Gabinete para a Salvaguarda da Segurança Nacional em Hong Kong, do Governo central, denunciou anteriormente que “indivíduos antichineses e mal-intencionados” espalharam rumores e aproveitaram a tragédia para “satisfazer ambições políticas” e “provocar novamente o caos”, um comportamento que descreveu como “contrário à humanidade” e que será objeto de “punição legal”.
O incêndio, que deflagrou por volta das 15h00 de quarta-feira (07h00 em Lisboa) e se propagou rapidamente através de materiais inflamáveis instalados durante obras de renovação, causou pelo menos 128 mortos e 150 desaparecidos.
Já levou a onze detenções por homicídio negligente e alegada corrupção.