Contribuintes já entregaram quase 2,7 milhões de declarações de IRS

© Folha Nacional

Os contribuintes entregaram quase 2,7 milhões de declarações de IRS desde que arrancou a campanha deste ano, no início deste mês, o que corresponde a cerca de metade das que foram entregues no ano passado.

De acordo com os dados disponíveis no Portal das Finanças, até à 01:00 horas de hoje foram submetidas 2.682.014 declarações. Neste total, há 2.083.056 que correspondem a pessoas que em 2022 tiveram apenas rendimentos de trabalho dependente e/ou de pensões.

Desde o início deste mês foram também já entregues 598.958 de declarações de contribuintes com outras tipologias de rendimentos e que, até há uns anos, se enquadravam na chamada segunda fase do IRS.

Estes quase 2,7 milhões correspondem a cerca de metade das 5.575.084 declarações de IRS (relativas aos rendimentos de 2021) que os contribuintes entregaram no ano passado, segundo as estatísticas do IRS recentemente divulgadas.

De ressalvar que a diferença entre o número de declarações consideradas para efeitos das estatísticas do IRS num determinado ano e o número das que surgem como submetidas no Portal das Finanças está relacionada com o facto de nestes segundos dados se incluírem declarações de substituição e relativas a rendimentos de outros anos.

O prazo para a entrega da declaração anual do IRS decorre até 30 de junho. Ao contrário do que tem sucedido em anos anteriores, desta vez não se registaram alterações em relação ao tipo de contribuintes abrangido pelo IRS automático.

Num comunicado emitido em 13 de abril, o Ministério das Finanças referia que os primeiros reembolsos chegariam nesse dia à conta dos contribuintes.

Em 2022 e segundo os dados da execução orçamental publicados pela Direção-Geral do Orçamento, os reembolsos do IRS ascenderam a 3.523,5 milhões de euros, mais 683,5 milhões de euros do que no ano anterior.

Últimas de Economia

Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal (BdP), disse que, com base nos valores da solução anunciada hoje por Álvaro Santos Pereira para Entrecampos, os edifícios cuja compra decidiu no ano passado já valorizaram 10 milhões de euros.
O número de turistas chegados a Portugal cresceu 3,3% em 2025 para 29,9 milhões de pessoas, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). O mercado espanhol manteve a liderança entre os mercados emissores, apesar do decréscimo de 0,6%, representando uma quota de 23,8%.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a zona euro vai crescer 0,9% este ano, uma revisão em baixa face a abril, enquanto para 2027 a projeção permanece inalterada em 1,2%, no relatório divulgado hoje.
Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.
O consumo de energia utilizado para arrefecer as habitações na União Europeia (UE) duplicou em apenas seis anos, impulsionado pelo aumento das temperaturas e pela maior utilização de sistemas de ar condicionado, anunciou hoje o Eurostat.
A produção industrial diminuiu 3,8% em 2025 com o valor de venda dos produtos e prestação de serviços nas indústrias transformadoras a fixar-se nos 110,6 mil milhões de euros, de acordo com o Intuito Nacional de Estatística (INE).
A proposta do CHEGA para estabelecer um teto máximo de 4.500 euros líquidos nas pensões de reforma recolhe o apoio da maioria dos portugueses. Segundo uma sondagem da Aximage, 66% dos inquiridos concordam com a medida.
O consumo de eletricidade registou novos máximos na semana passada, em meses de verão, na sequência da onda de calor que se tem feito sentir em Portugal, de acordo com dados hoje divulgados pela REN.
A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em maio pelo quarto mês consecutivo, para 1,48%, uma tendência em linha com a zona do euro, apesar de continuar abaixo do verificado no mês homólogo, divulgou hoje o Banco de Portugal.