Ampolas de morfina furtadas de base do INEM

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) confirmou hoje que material foi furtado da sua base logística situada na Quinta do Lumiar, em Lisboa, e que o “incidente está sob investigação”.

“O INEM confirma que ocorreu um furto de material na Quinta do Lumiar. O incidente está sob investigação”, adiantou o instituto responsável por coordenar o funcionamento do Sistema Integrado de Emergência Médica, sem adiantar mais informações.

Segundo a SIC Notícias, “cerca de dez ampolas de morfina foram furtadas” de instalações do INEM nos últimos dias, um caso “detetado após a realização de um inventário de rotina às viaturas estacionadas naquele local” e reportado à direção no início da semana.

Na sequência destas notícias, a Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica (ANTEM) salientou que a morfina, que “pertence ao grupo dos opioides”, é um “fármaco que deve estar devidamente controlado, acomodado”.

“Não é por acaso que, nos países onde existem verdadeiros serviços médicos de emergência”, este fármaco se encontra “num pequeno cofre num compartimento” das viaturas de socorro, adiantou a associação, ao salientar que “este é mais um episódio de manifesta gravidade que vem por a nu o mau funcionamento do INEM”.

Uma auditoria interna recente ao INEM, a que a agência Lusa teve acesso, apontou falhas no armazenamento de medicamentos e concluiu que o instituto não garante que todos os consumíveis estão dentro da validade, o que pode por em perigo a segurança dos doentes.

Na resposta, o instituto garantiu que as “situações pontuais” detetadas já foram ou estão a ser alvo de correção.

“As situações identificadas em auditoria realizada pelo próprio INEM já foram e/ou estão a ser alvo de correção. Trata-se de situações pontuais, numa auditoria realizada por amostragem, que não podem generalizar-se a todo o instituto”, referiu.

Últimas do País

Sandra Pereira revelou estar em tratamento oncológico e afirmou que nunca deixou de trabalhar. Contudo, "esta não é a realidade dos portugueses. Nem todas as pessoas conseguem por inúmeros fatores", tal como evidenciou a deputada do CHEGA Cristina Rodrigues.
O líder do CHEGA acusa Governo de abandonar quem trabalha e desconta para viabilizar a Prestação Social Única com o apoio do PS. O partido liderado por André Ventura votou contra o diploma.
Um homem esfaqueou hoje uma mulher num centro comercial de Leiria, pôs-se em fuga de imediato e acabou detido em Lisboa, confirmou à agência Lusa fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP).
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) manifestou-se hoje contra a decisão do INEM de excluir as motas de emergência pré-hospitalar do financiamento às associações, alegando que apresentam "resultados muito positivos" no socorro à população.
Os dados do INE confirmam uma transformação demográfica acelerada: em 27 municípios, os residentes estrangeiros ultrapassam os 20% da população e, em Odemira, já são mais de 52%.
Quatro homens, com idades entre 28 e 50 anos, foram detidos no concelho de Alcobaça por suspeita de tráfico de droga e posse de armas, informou hoje a GNR, acrescentando ter apreendido mais de 800 doses de cocaína.
A Unicef Portugal defende que nas consultas de acompanhamento de crianças deveria ser possível verificar se os pais têm condições para criar os filhos, a propósito de um estudo divulgado hoje sobre a prevenção da violência contra menores.
O CHEGA quer reforçar os meios de combate ao tráfico de seres humanos em Portugal, depois de Portugal ter registado o maior número de vítimas dos últimos 15 anos. A proposta foi entregue no Parlamento e surge numa altura em que as autoridades continuam a sinalizar centenas de casos ligados à exploração laboral, sexual e outras formas de abuso.
O entendimento alcançado entre PSD e PS para viabilizar a Prestação Social Única mantém a possibilidade de acesso a apoios sociais sem a exigência de um período mínimo de descontos para a Segurança Social, uma das principais condições defendidas pelo CHEGA.
A PSP fiscalizou quatro agências de viagens nas freguesias lisboetas de Arroios e Santa Maria Maior, após denúncias de cidadãos estrangeiros por pagamento de serviços para obtenção de documentos que se revelaram falsificados, e registou várias contraordenações, foi esta quarta-feira anunciado.