Ampolas de morfina furtadas de base do INEM

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) confirmou hoje que material foi furtado da sua base logística situada na Quinta do Lumiar, em Lisboa, e que o “incidente está sob investigação”.

“O INEM confirma que ocorreu um furto de material na Quinta do Lumiar. O incidente está sob investigação”, adiantou o instituto responsável por coordenar o funcionamento do Sistema Integrado de Emergência Médica, sem adiantar mais informações.

Segundo a SIC Notícias, “cerca de dez ampolas de morfina foram furtadas” de instalações do INEM nos últimos dias, um caso “detetado após a realização de um inventário de rotina às viaturas estacionadas naquele local” e reportado à direção no início da semana.

Na sequência destas notícias, a Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica (ANTEM) salientou que a morfina, que “pertence ao grupo dos opioides”, é um “fármaco que deve estar devidamente controlado, acomodado”.

“Não é por acaso que, nos países onde existem verdadeiros serviços médicos de emergência”, este fármaco se encontra “num pequeno cofre num compartimento” das viaturas de socorro, adiantou a associação, ao salientar que “este é mais um episódio de manifesta gravidade que vem por a nu o mau funcionamento do INEM”.

Uma auditoria interna recente ao INEM, a que a agência Lusa teve acesso, apontou falhas no armazenamento de medicamentos e concluiu que o instituto não garante que todos os consumíveis estão dentro da validade, o que pode por em perigo a segurança dos doentes.

Na resposta, o instituto garantiu que as “situações pontuais” detetadas já foram ou estão a ser alvo de correção.

“As situações identificadas em auditoria realizada pelo próprio INEM já foram e/ou estão a ser alvo de correção. Trata-se de situações pontuais, numa auditoria realizada por amostragem, que não podem generalizar-se a todo o instituto”, referiu.

Últimas do País

A presença de homens de origem indostânica, em parques infantis e jardins públicos tem gerado preocupação entre famílias. Pais questionam o que fazem nestes espaços, sobretudo quando aparentam estar desacompanhados de crianças.
A Operação Atalaia resultou do desmantelamento de uma rede criminosa que alegadamente se preparava para introduzir estupefacientes no país mas também no mercado europeu, revelou hoje o porta-voz da GNR, tenente-coronel Carlos Canatário.
Um ciberataque a uma empresa informática que trabalhou para o Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) permitiu a piratas informáticas obter dados não classificados das secretas portuguesas e de de outras entidades, confirmou hoje o SIRP.
Um homem de 28 anos foi detido pela terceira vez por suspeita de agredir os pais em Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, e vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, segundo a GNR.
Um homem de 51 anos ficou preso preventivamente por ser suspeito de crimes de abuso sexual de pessoas incapazes de resistência na instituição onde residem, anunciou hoje a Polícia Judiciária do Centro.
Um motorista TVDE, suspeito de ter violado uma cliente, foi detido, mas acabou por sair em liberdade por decisão judicial. O homem estará ligado a ataques contra três mulheres e já tinha sido condenado por crimes semelhantes.
Uma operação de grande dimensão contra o tráfico de droga terminou com 16 detenções no Porto e arredores. A PSP realizou dezenas de buscas, apreendeu estupefacientes e encontrou cerca de 100 mil euros numa das habitações. O principal alvo era uma família suspeita de integrar uma rede de tráfico ligada ao antigo bairro do Aleixo.
Liceu Francês Charles Lepierre, em Lisboa, suspendeu o início das aulas esta quinta-feira, 8 de outubro, depois de surgirem informações sobre um possível bloqueio organizado por alunos do ensino secundário. A decisão foi tomada em articulação com a Embaixada de França, numa altura em que os protestos estudantis franceses já provocaram o encerramento de centenas de escolas.
Uma mulher foi violentamente agredida pelo companheiro quando tentava sair de casa com o filho de apenas dez meses nos braços. O homem acabou condenado a dois anos e meio de prisão, mas não terá de cumprir a pena na cadeia, uma vez que ficou suspensa.
A Operação Hermes já levou ao arresto de património avaliado em nove milhões de euros. Contas bancárias e outros bens ficaram sob controlo judicial, numa medida destinada a impedir a sua movimentação ou dissipação enquanto decorre a investigação.