Ampolas de morfina furtadas de base do INEM

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) confirmou hoje que material foi furtado da sua base logística situada na Quinta do Lumiar, em Lisboa, e que o “incidente está sob investigação”.

“O INEM confirma que ocorreu um furto de material na Quinta do Lumiar. O incidente está sob investigação”, adiantou o instituto responsável por coordenar o funcionamento do Sistema Integrado de Emergência Médica, sem adiantar mais informações.

Segundo a SIC Notícias, “cerca de dez ampolas de morfina foram furtadas” de instalações do INEM nos últimos dias, um caso “detetado após a realização de um inventário de rotina às viaturas estacionadas naquele local” e reportado à direção no início da semana.

Na sequência destas notícias, a Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica (ANTEM) salientou que a morfina, que “pertence ao grupo dos opioides”, é um “fármaco que deve estar devidamente controlado, acomodado”.

“Não é por acaso que, nos países onde existem verdadeiros serviços médicos de emergência”, este fármaco se encontra “num pequeno cofre num compartimento” das viaturas de socorro, adiantou a associação, ao salientar que “este é mais um episódio de manifesta gravidade que vem por a nu o mau funcionamento do INEM”.

Uma auditoria interna recente ao INEM, a que a agência Lusa teve acesso, apontou falhas no armazenamento de medicamentos e concluiu que o instituto não garante que todos os consumíveis estão dentro da validade, o que pode por em perigo a segurança dos doentes.

Na resposta, o instituto garantiu que as “situações pontuais” detetadas já foram ou estão a ser alvo de correção.

“As situações identificadas em auditoria realizada pelo próprio INEM já foram e/ou estão a ser alvo de correção. Trata-se de situações pontuais, numa auditoria realizada por amostragem, que não podem generalizar-se a todo o instituto”, referiu.

Últimas do País

Um homem condenado anteriormente por incêndio florestal foi detido novamente em Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, por suspeita de atear fogo em setembro, segundo a Polícia Judiciária.
O número de mortes em Portugal diminuiu 1,1% nos primeiros nove meses do ano, comparativamente ao mesmo período de 2025, mas os óbitos de crianças com menos de um ano aumentaram 7,7%, revelam hoje dados do INE.
A iniciativa do CHEGA recebe luz verde parlamentar e pretende garantir a cobrança efetiva dos cuidados de saúde prestados a cidadãos estrangeiros não residentes ou em situação irregular, evitando encargos por recuperar no SNS.
O CHEGA conseguiu fazer aprovar, na Assembleia da República, um projeto de resolução que recomenda ao Governo o reforço da segurança e da proteção das mulheres e de outros utilizadores vulneráveis nos transportes públicos. A iniciativa pretende combater o assédio sexual, a violência, a intimidação e a criminalidade que afetam diariamente milhares de portugueses, particularmente mulheres, menores de idade, idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade condicionada.
Um homem de 33 anos foi detido no Funchal, Madeira, por tráfico de droga e ficou em prisão preventiva, indicou a PSP, que apreendeu dois quilos de haxixe no decurso da operação.
Três homens e uma mulher foram detidos na Operação Corrupio. A Polícia Judiciária apreendeu várias drogas, milhares de euros em dinheiro, viaturas de alta gama e material alegadamente utilizado em burlas informáticas.
O pai que raptou a filha menor e provocou desacatos em Bragança, terminando com colisões rodoviárias e sete feridos, foi encontrado com a criança pela GNR.
Redes online estarão a incentivar menores a praticar atos de violência contra si próprios e a enviar vídeos como prova.
Envolvido na Operação Hermes, Rui Dinis recuperou a liberdade e publicou mensagens provocatórias dirigidas à Polícia Judiciária.
O líder parlamentar do CHEGA saiu em defesa dos agentes envolvidos nos incidentes do Porto, denunciando agressões e apontando o dedo a elementos da extrema-esquerda. "Crise da habitação não pode justificar o incumprimento da lei", sustentou.