Metro do Porto sem serviço entre Trindade e Santo Ovídio até às 13:00 de domingo

© Facebook/MetroPorto

O troço Trindade – Santo Ovídio da Linha Amarela do Metro do Porto estará cortado entre hoje e domingo às 13:00 devido a uma intervenção para reforço de tração, mas a empresa assegurará um serviço alternativo de autocarros.

Segundo uma nota da empresa publicada na quarta-feira, a Metro do Porto anunciou que a circulação na Linha Amarela (D) seria interrompida durante todo o dia de hoje e “até às 13:00 de domingo (20 de agosto), nos dois sentidos do troço Santo Ovídio – Trindade”.

Em causa está “uma operação de reforço de capacidade de tração na estação General Torres”, em Vila Nova de Gaia, já que “serão finalizados os trabalhos que visam aumentar a capacidade energética da Linha Amarela, tendo já em vista as viagens a realizar na sua nova extensão (de Santo Ovídio até Vila d’Este), assim que a obra esteja concluída”, o que está previsto para final do ano.

“A Metro do Porto disponibiliza um serviço de transporte alternativo em autocarros da STCP [Sociedade de Transportes Coletivos do Porto] que garante a cobertura do percurso suprimido, em ambos os sentidos, com paragens próximas das estações de Metro abrangidas”, pode ainda ler-se na nota da empresa liderada por Tiago Braga.

Hoje, os autocarros terão uma frequência de 10 em 10 minutos entre as 06:00 e as 07:00, de cinco em cinco minutos entre as 07:00 e as 21:00, de seis em seis minutos entre as 21:00 e as 23:00 e a partir das 23:00 e até ao fecho da operação, à 01:00, regressam as frequências de 10 minutos.

“Já no domingo, pode contar-se com frequências de 10 minutos das 06:00 às 10:00 e de cerca de sete minutos entre as 10:00 e as 13:00”, refere a Metro do Porto, não estando autorizado o transporte de bicicletas nos autocarros.

O serviço de metro entre o Hospital São João e Trindade funcionará normalmente durante todo o período da intervenção.

Últimas do País

André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.
A GNR registou 193 crimes de burla por falso funcionário, com recurso à usurpação de identidade de forças de segurança e órgãos de polícia criminal, entre janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026.
Hugo Dias, um homem de 47 anos em situação de sem-abrigo, morreu após ser agredido a murro e pontapé em Almada. O Tribunal da Relação condenou os dois envolvidos a penas de prisão suspensas, apesar do desfecho fatal.
Emails associados ao processo das gémeas luso-brasileiras revelam a intervenção do presidente do Infarmed, que terá encaminhado um pedido para responsáveis do Hospital de Santa Maria.
Um homem de 35 anos, procurado pela Justiça marroquina por suspeitas de integrar uma rede criminosa dedicada à imigração ilegal, foi extraditado de Portugal para Marrocos. O suspeito, detido em Cascais pela Polícia Judiciária, terá participado num esquema que cobrava elevadas quantias para facilitar a entrada irregular de pessoas em Espanha.
Milhares de crianças e jovens com necessidades educativas especiais estão em risco de ficar sem apoio especializado, pois os Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) continuam sem saber qual será o financiamento para o ano letivo.