Maioria dos portugueses concorda com o CHEGA e acha que a imigração está descontrolada

Um estudo da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa conclui que cerca de 55% dos portugueses acham que a imigração está descontrolada e perto de 50% considera que Portugal deve estabelecer quotas à imigração.

© Folha Nacional

Um estudo sobre imigração realizado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa demonstra que uma boa parte dos portugueses – 55,2% – tem preocupações semelhantes às que o Partido de André Ventura tem vindo a demonstrar sobre imigração, considerando mesmo que esta está descontrolada, e conclui que este é um tema muito fracturante, mas que deve ser discutido abertamente e sem tabus.

Entre essas preocupações estão receber bem os imigrantes, com cerca de 72% dos inquiridos a demonstrar que não se pode receber em excesso, pois isso leva, por exemplo, a vidas sem mínimos básicos de condições em apartamentos sobrelotados ou ao aumento da incidência de sem-abrigo e da mendicidade, entre muitos outros problemas graves.

Outra das conclusões inequívocas deste estudo é que uma larga maioria de portugueses, mais propriamente cerca de 78%, considera que a imigração descontrolada provoca um significativo aumento da criminalidade.

É assim de concluir, entre outras coisas, que os portugueses gostam de acolher mas de forma controlada quantitativa e qualitativamente, de modo equilibrado e sem excessos nem “portas escancaradas”.

Últimas de Política Nacional

Ventura referiu que o CHEGA deu margem ao PSD para mudar o pacote laboral, acreditando que o partido pudesse afastar-se “dos velhos vícios políticos”.
O CHEGA reclamou hoje uma "grande vitória" na revisão constitucional e considerou haver condições para alterar a Lei Fundamental, após o acordo com o PSD que estima a conclusão do processo até ao final da próxima sessão legislativa.
O CHEGA vai votar contra a autorização legislativa pedida pelo Governo para legislar por decreto sobre a criação da Prestação Social Única, anunciou o líder do partido, defendendo uma "discussão aprofundada" no parlamento sobre este tema.
O CHEGA recebeu ‘luz verde’ para levar a plenário o seu requerimento para ser reapreciado o decreto que cria a pena acessória de perda da nacionalidade, diploma chumbado pelo Tribunal Constitucional.
O líder do CHEGA acusa comunistas de hipocrisia política e diz que foi durante a geringonça que os portugueses sofreram “uma brutal perda de poder de compra”.
O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Líder do CHEGA fala em “governação de improviso”, acusa Executivo de esconder falhas no SIRESP e diz que famílias continuam abandonadas meses após os estragos provocados pelas tempestades.
O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.