PSP identifica quatro jovens por rixa junto a escola na Amadora

A Polícia de Segurança Pública (PSP) foi chamada na quinta-feira por uma escola na Amadora, no distrito de Lisboa, que alertou para uma rixa entre jovens, tendo identificado quatro pessoas, disse hoje fonte policial.

© Facebook/PSP

Segundo contou à Lusa o porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, comissário Artur Serafim, a direção da Escola Secundária Seomara da Costa Primo alertou para “uma desordem envolvendo armas brancas”.

A presença de armas foi confirmada através do sistema de videovigilância que existe no concelho da Amadora, mas, quando a PSP chegou ao local, a situação reportada já tinha terminado e, feitas buscas nas imediações, não foi intercetado nenhum dos cinco jovens referidos pela escola.

De seguida, a escola comunicou que alguns jovens em causa tinham regressado ao estabelecimento de ensino e foi nessa altura que a PSP identificou quatro pessoas, com 18 e 19 anos, alguns deles alunos, por “participação em rixa”, relatou a mesma fonte, precisando que esta opunha “grupos juvenis rivais”.

Apesar de não terem sido apreendidas quaisquer armas, um deles confessou que estava na posse de uma faca, que deitou no lixo, mas que não foi encontrada pela PSP, referiu o porta-voz.

A PSP não tem indicação de quaisquer feridos ou de outro tipo de danos.

A identificação dos jovens foi comunicada ao Tribunal de Família e Menores.

O comissário Artur Serafim recordou que este e outros estabelecimentos de ensino são acompanhadas pelo programa Escola Segura.

Últimas do País

Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.
O INEM registou em 2025 um aumento de 22,5% das ocorrências relacionadas com afogamentos e acidentes de mergulho com crianças e jovens e alertou que os mais novos devem estar sempre "sob vigilância ativa" nas zonas balneares.
André Ventura acusa o PSD de recuar na Lei da Nacionalidade e diz que a exclusão dos crimes de pedofilia dos casos de perda de nacionalidade é “inaceitável”. CHEGA avisa que não viabilizará a reconfirmação do diploma se o texto não for alterado.
Durante 18 meses, uma organização criminosa operou praticamente sem levantar suspeitas às portas da capital portuguesa. Oito homens são agora acusados de tráfico agravado de droga, associação criminosa e posse ilegal de armas.
O inspetor-geral de Finanças (IGF) afirmou hoje no parlamento que Portugal tem deficiências no controlo dos benefícios fiscais e pediu uma resposta estrutural a este problema.
O líder do CHEGA diz que os socialistas continuam a evitar o caso Sócrates e garante que o Estado não deve pagar “nem mais um cêntimo” ao antigo primeiro-ministro.
Investigação da Polícia Judiciária aponta para um esquema de falsas reformas por invalidez que terá envolvido três médicos. Mais de 180 pessoas perderam a prestação depois de terem sido consideradas aptas para trabalhar.
Vítima, de 52 anos, foi encontrada sem vida no interior de uma viatura estacionada. As causas da morte permanecem por apurar.
Quatro homens, entre os 20 e os 49 anos, foram detidos pela GNR por furto qualificado em explorações agrícolas, roubo na via pública e coação agravada, na localidade de Pias, concelho de Serpa, foi hoje revelado.
O comandante-geral cessante da Polícia Marítima, vice-almirante Nuno Chaves Ferreira, alertou que o narcotráfico está a mudar de estratégia e já utiliza as águas interiores portuguesas para transportar droga.