Mais de 200 veículos fiscalizados em operação de fiscalização da ASAE em todo o país

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fiscalizou desde o fim da tarde de quarta-feira e até às 08:00 de hoje 250 veículos e instaurou cinco processos de contraordenação no âmbito de uma operação de fiscalização em todo o país.

©ASAE

Em declarações à agência Lusa, o inspetor-geral da ASAE, Luís Lourenço, que está a acompanhar a operação na ponte 25 de Abril, distrito de Lisboa, adiantou que até às 08:00 foram inspecionados 250 veículos.

“Até esta hora [08:00] já foram fiscalizados 250 operadores e foram detetadas cinco situações de infração com contraordenação que tiveram a ver com a falta de controlo da temperatura em que os alimentos são transportados e falta de higiene”, disse à Lusa o inspetor-geral da ASAE.

Segundo Luís Lourenço, não houve apreensões porque as situações detetadas foram corrigidas e as condições asseguradas até ao retalho.

O inspetor-geral da ASAE indicou que a operação de fiscalização, a nível nacional, tem a duração de 24 horas, terminando às 20:00 de hoje, e visa o controlo e verificação das condições de higiene e segurança alimentar das mercadorias (azeite, carnes, pescado, produtos de panificação, etc) em circulação.

“A operação de fiscalização de transportes teve início ontem [quarta-feira] junto das fronteiras terrestres e irá decorrer hoje durante todo o dia. Empenha 160 inspetores da ASAE, que estão a ser auxiliados pelas forças de segurança, GNR e PSP, e tem lugar em todos os distritos”, disse.

De acordo com Luís Lourenço, ma operação está a decorrer em 50 pontos do país e visa igualmente a deteção de eventuais ilícitos relacionados com as mercadorias em trânsito, com consequências diretas para o consumidor final.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.