Acidentes rodoviários matam 41 pessoas no primeiro semestre de 2024

Um total de 41 pessoas morreram em 27.261 acidentes registados no primeiro semestre de 2024, sendo que mais de 50% das vítimas mortais resultaram de colisões, segundo um comunicado divulgado hoje Polícia de Segurança Pública (PSP).

© D.R.

 

“Os dados da sinistralidade rodoviária referentes ao primeiro semestre de 2024 demonstram que foram registados 27.261 acidentes, dos quais resultaram 8.084 feridos leves, 326 feridos graves e, lamentavelmente, 41 vítimas mortais”, referiu a nota da PSP.

De acordo com o comunicado, “relativamente às vítimas mortais, 21 resultaram de situações de colisão (51%), 12 de atropelamentos (29%) e oito de despistes (20%)”.

Sobre a fiscalização rodoviária, segundo a nota, de 01 de janeiro a 30 de junho de 2024, a PSP realizou, em todo o território nacional, 12.402 operações, tendo fiscalizado 346.717 condutores e controlado 1.241.829 viaturas por radar. No total foram registadas 95.902 contraordenações, o que equivale a uma média superior a 15.980 infrações por mês.

Das infrações registadas, segundo a PSP, 15.727 dessas foram por excesso de velocidade, o que corresponde a 16,4% do total das infrações registadas.

“Foram efetuados 101.344 testes de alcoolemia, dos quais resultaram 1.670 autos de contraordenação por condução sob o efeito do álcool”, sublinhou a nota.

Dessas infrações, de acordo com a PSP, “332 dizem respeito a condutores aos quais se aplica a taxa reduzida de álcool (condutores com carta de condução há menos de três anos ou condutores profissionais), o que corresponde a cerca de 19,9% das infrações registadas por condução sob o efeito do álcool”.

A PSP destacou ainda 9.434 infrações por falta de inspeção periódica obrigatória, 2.981 por falta de seguro de responsabilidade civil, 2.507 por uso do telemóvel durante a condução, 1.292 por falta do uso do cinto de segurança e 509 por falta do uso de sistemas de retenção (cadeirinhas).

“No mesmo período foram ainda efetuadas 3.920 detenções por crimes rodoviários, nomeadamente 2.100 por condução sob o efeito do álcool e 1.820 por condução sem habilitação legal”, referiu ainda o comunicado.

Últimas do País

André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.
A GNR registou 193 crimes de burla por falso funcionário, com recurso à usurpação de identidade de forças de segurança e órgãos de polícia criminal, entre janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026.
Hugo Dias, um homem de 47 anos em situação de sem-abrigo, morreu após ser agredido a murro e pontapé em Almada. O Tribunal da Relação condenou os dois envolvidos a penas de prisão suspensas, apesar do desfecho fatal.
Emails associados ao processo das gémeas luso-brasileiras revelam a intervenção do presidente do Infarmed, que terá encaminhado um pedido para responsáveis do Hospital de Santa Maria.
Um homem de 35 anos, procurado pela Justiça marroquina por suspeitas de integrar uma rede criminosa dedicada à imigração ilegal, foi extraditado de Portugal para Marrocos. O suspeito, detido em Cascais pela Polícia Judiciária, terá participado num esquema que cobrava elevadas quantias para facilitar a entrada irregular de pessoas em Espanha.
Milhares de crianças e jovens com necessidades educativas especiais estão em risco de ficar sem apoio especializado, pois os Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) continuam sem saber qual será o financiamento para o ano letivo.