CHEGA denuncia casos trágicos nos lares portugueses

© Folha Nacional

O partido CHEGA tem vindo a alertar para situações de tragédia nos lares como a que aconteceu no início do mês de agosto, onde um homem de 65 anos foi encontrado morto, alegadamente “sufocado pelo próprio vómito”, num lar considerado ilegal em Setúbal.

Casos como este ocorrem com uma elevada frequência, o que leva à questão: qual é o motivo que leva as pessoas a recorrem a lares ilegais?

O Relatório da Conta da Segurança Social relativo a 2022 revela que quatro em cada dez pensionistas recebem um valor de reforma inferior ao valor mínimo estabelecido no Regime geral de pensões, que passou, em cinco anos, de 269,08 euros para 278,05 euros.

No mês de janeiro, segundo o site Lares Online, a média nacional do valor de um lar estava nos 1.425 euros sendo que, quase sempre, no valor da mensalidade não estão incluídos os custos com as fraldas, medicamentos, deslocações e outros.

A procura dos lares ilegais acontece, na maioria das vezes, devido aos entraves e à falta de alternativas que as famílias enfrentam quando procuram um lar de idosos, uma vez que o custo de um lar é demasiado elevado, em comparação com a reforma recebida pelo idoso e as famílias também não têm meios para fazer face a este valor.

André Ventura prometeu fazer o “maior aumento de pensões” se fosse Governo. “Eu garanto-vos que o choque de dignidade não será um choque salarial nem fiscal, será o choque do maior aumento de pensões que Portugal alguma vez teve. Têm a minha promessa, têm o meu sangue e têm o meu compromisso político”, afirmou o líder do CHEGA.

Mesmo não sendo Governo, o CHEGA continua a batalhar pelo aumento das pensões e promete apresentar propostas na negociação do Orçamento do Estado para 2025.

Últimas de Política Nacional

Portugal deve pressionar as organizações internacionais de que faz parte para que a Irmandade Muçulmana seja classificada como organização terrorista. Esta é a proposta apresentada pelo CHEGA, através de um projeto de resolução que pretende levar o Governo a assumir uma posição diplomática ativa junto da União Europeia, das Nações Unidas e de outros organismos multilaterais.
O parlamento chumbou hoje, com votos contra de PSD, CDS e IL, e abstenção do PS, iniciativas do CHEGA que pretendia rever o complemento de pensão de militares e polícias, face a discrepâncias na atribuição das reformas.
No frente-a-frente com o ministro Adjunto e da Reforma do Estado, André Ventura questionou diretamente a capacidade de execução do Governo e pediu garantias concretas sobre falhas nas comunicações, nos apoios e na resposta às crises.
Portugal deve recusar, para já, o novo acordo de comércio livre entre a União Europeia e a Índia. A posição é defendida pelo CHEGA, que apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução a recomendar que o Governo vote contra o texto atual e exija alterações profundas antes da sua aprovação.
André Ventura apontou responsabilidades ao PCP pelo apoio ao Governo do PS em 2017 e acusou a esquerda de incoerência. O líder do CHEGA garantiu que o partido continuará a defender aumentos salariais e valorização profissional.
Com apenas seis anos de existência, o partido de André Ventura tornou-se determinante em Sintra, Gaia e Cascais. Sem precisar de vencer, passou a ser a chave das maiorias.
Portugal deve pedir à Organização das Nações Unidas (ONU) o afastamento da relatora especial para os Territórios Palestinianos Ocupados. Esta é a recomendação apresentada pelo CHEGA, através de um projeto de resolução que pretende levar o Governo a assumir uma posição diplomática ativa sobre o tema.
André Ventura acusou o Governo de falhar às populações afetadas pelas tempestades e exigiu isenção imediata de IMI, rapidez nos apoios e um pedido público de desculpas. “Persistir no erro é que não fica bem”, atirou.
José Manuel Fernandes tem dois imóveis na capital e mais de 43 mil euros anuais em rendimentos prediais, mas recebe 724 euros por mês de subsídio de alojamento. É um dos 19 governantes abrangidos por uma regra de 1980 que continua a permitir compensações mesmo a quem já tem casa em Lisboa.
As propostas apresentadas pelo CHEGA na Câmara Municipal da Amadora para reforçar a transparência e prevenir a corrupção deram um passo em frente e podem vir a traduzir-se em novos mecanismos de controlo na gestão autárquica.