Jovem de 18 anos suspeito de violar ex em Almodôvar fica em preventiva

O Tribunal Judicial de Almodôvar decretou hoje a prisão preventiva do jovem, de 18 anos, suspeito de ter violado a ex-namorada, de 27 anos, em Almodôvar, no distrito de Beja, no domingo, revelou fonte policial.

© D.R

Fonte da Polícia Judiciária (PJ) indicou à agência Lusa que o homem foi presente, na segunda-feira e hoje de manhã, a primeiro interrogatório judicial.

O tribunal decretou a medida de coação mais gravosa e o homem foi conduzido para o Estabelecimento Prisional de Beja, onde vai aguardar o desenrolar do processo, segundo a mesma fonte.

Em comunicado, na segunda-feira, a PJ explicou que o suspeito foi detido, nesse dia, através da Diretoria do Sul da Judiciária, por existirem “fortes indícios da prática do crime de violação”.

A PJ adiantou que recebeu, no domingo, “a comunicação da denúncia, formalizada junto das autoridades policiais pela própria vítima, após ter vivenciado o episódio de violência sexual, agressão suscetível de configurar a prática do crime de violação”.

Na sequência da investigação desencadeada “de imediato”, a PJ apurou “que a vítima, uma mulher, de 27 anos, foi coagida à prática de relações sexuais pelo agressor, com quem havia tido um relacionamento”.

“A agressão sexual ocorreu na residência da vítima, local a que o suspeito acedeu sem autorização”, segundo o comunicado.

Fonte policial indicou à Lusa, na segunda-feira, que a alegada violação ocorreu no domingo à tarde, em casa da mulher, situada naquela vila alentejana, salientando que, no mesmo dia, a vítima apresentou queixa na GNR.

Segundo a fonte policial, a mulher foi depois assistida no hospital de Beja.

O suspeito entregou-se à Guarda, acabando por ser detido pela PJ, na madrugada de segunda-feira, após diligências de investigação, adiantou.

De acordo com a PJ, o conjunto de diligências realizadas permitiu a recolha de “relevantes elementos de prova” que determinaram a detenção do suspeito, fora de flagrante delito.

Últimas do País

A Polícia Judiciária realizou esta sexta-feira buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, presidida pelo PSD. A investigação incide sobre procedimentos administrativos e contratos celebrados com empresas privadas durante o ano de 2025.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou hoje de 10 para 12 o número de distritos de Portugal continental que estão sob aviso vermelho devido ao calor, situação que se mantém até domingo na maioria destes territórios.
Um homem ficou desalojado na sequência de um incêndio que lavra desde quinta-feira no concelho de Cinfães e que está a ser combatido por cerca de uma centena de operacionais, revelou hoje fonte dos Bombeiros de Nespereira.
A divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.
Ao contrário do Reino Unido, onde o Governo publica estimativas sobre os custos do sistema de asilo e do apoio aos requerentes de asilo, o Governo não dispõe de um cálculo oficial que permita saber quanto custa, em média, cada imigrante em situação irregular ao Estado.
Líder do CHEGA acusa PSD de ceder à esquerda e defende que quem obtém a nacionalidade portuguesa e comete crimes como pedofilia, tráfico de seres humanos ou associação criminosa deve deixar de ser português.
Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.
O INEM registou em 2025 um aumento de 22,5% das ocorrências relacionadas com afogamentos e acidentes de mergulho com crianças e jovens e alertou que os mais novos devem estar sempre "sob vigilância ativa" nas zonas balneares.
André Ventura acusa o PSD de recuar na Lei da Nacionalidade e diz que a exclusão dos crimes de pedofilia dos casos de perda de nacionalidade é “inaceitável”. CHEGA avisa que não viabilizará a reconfirmação do diploma se o texto não for alterado.
Durante 18 meses, uma organização criminosa operou praticamente sem levantar suspeitas às portas da capital portuguesa. Oito homens são agora acusados de tráfico agravado de droga, associação criminosa e posse ilegal de armas.