Aeroporto de Heathrow reabre parcialmente hoje e totalmente no sábado

O aeroporto londrino de Heathrow vai reabrir parcialmente hoje e deverá estar a funcionar em pleno no sábado, anunciou a administração, pedindo aos passageiros que confirmem os voos junto das respetivas companhias aéreas. 

© D.R.

“Estamos agora em condições de reiniciar os voos em segurança, dando prioridade ao repatriamento e à relocalização das aeronaves”, indicou a entidade gestora, num comunicado publicado na rede social X.

O aeroporto disse também esperar poder retomar “todas as operações amanhã [sábado]”, prometendo mais atualizações.

No entanto, avisou os passageiros para não se deslocarem para o aeroporto sem confirmarem junto das respetivas companhias aéreas a realização do voo.

A decisão foi tomada depois de o fornecimento da eletricidade ao aeroporto ter sido restabelecido ao início da tarde.

Durante a madrugada, a administração de Heathrow tinha anunciado que ia encerrar até às 23:59 de hoje para “garantir a segurança de passageiros e colegas” devido à falta de eletricidade.

O abastecimento de energia foi interrompido devido a um incêndio numa subestação elétrica, cuja causa está a ser investigada pelas autoridades.

A polícia britânica, que mobilizou a unidade de combate ao terrorismo, salientou que atualmente não existe “qualquer indício” de origem criminosa.

O envolvimento de agentes daquela unidade justifica-se por estar causa uma infraestrutura crítica e porque aqueles agentes têm recursos e competências especializadas que podem agilizar a investigação, acrescentou.

O aeroporto de Heathrow é o mais movimentado da Europa, tendo recebido 83,9 milhões de passageiros no ano passado.

Na sequência do encerramento, centenas de voos foram cancelados ou desviados para outras cidades no Reino Unido e em outros países, afetando milhares de pessoas.

Últimas do Mundo

O autor do ataque com carro a um mercado de Natal na cidade alemã de Magdeburgo que em dezembro de 2024 fez seis mortos e cerca de 330 feridos, foi hoje condenado a prisão perpétua.
Nove portugueses e lusodescendentes morreram na sequência dos dois sismos registados quarta-feira na Venezuela e que causaram centenas de vítimas, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
Quarenta e cinco por cento das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente, indica um estudo publicado hoje pelo World Weather Attribution.
Mais de 100 voos foram cancelados hoje, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.
O Parlamento espanhol aprovou esta quinta-feira, por maioria absoluta de deputados, uma resolução em que pede ao primeiro-ministro, o socialista Pedro Sánchez, para se demitir ou, pelo menos, submeter-se a uma moção de confiança.
Anúncios com preços de dezenas de milhares de euros e descrições consideradas invulgares na plataforma para comprar e vender roupa pré-adquirida desencadearam uma onda de suspeitas de tráfico de menores nas redes sociais. O caso chegou às autoridades francesas, que decidiram abrir uma investigação.
Pelo menos 164 pessoas morreram e 971 ficaram feridas depois de dois fortes sismos terem atingido a Venezuela, declarou hoje a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez.
Espanha registou pelo menos 212 mortes "atribuíveis à temperatura" entre domingo e quarta-feira, coincidindo com a onda de calor que atingiu o país, de acordo com estimativas do Instituto de Saúde Pública espanhol Carlos III hoje conhecidas.
As autoridades francesas emitiram esta quinta-feira avisos de tempestades severas e ampliaram o alerta vermelho de calor para 72 dos 100 departamentos, um dia depois de França ter chegado aos 30ºC, a temperatura média mais alta da sua história.
Um sismo de magnitude 7,1, com epicentro junto à capital Caracas, atingiu hoje a Venezuela, adiantou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).