Parlamento Europeu recomenda cautela nas mensagens e partilha de senhas

O Parlamento Europeu defende que é necessário ter cautela com mensagens e telefonemas e nunca revelar senhas, num contexto em que os cibercrimes são "um problema crescente", num guia lançado sobre este tipo de crime.

© D.R.

As ameaças cibernéticas vão do ‘phishing’, aos vírus e a outras práticas maliciosas para roubar dados e aceder a dispositivos, pelo que, lê-se no guia, é necessário ter cuidado com e-mails, mensagens de texto e telefonemas não solicitados, porque os “invasores sabem que muitas vezes é mais fácil enganar os humanos do que invadir um sistema complexo”, realçando que as organizações oficiais nunca pedem para revelar uma senha, por exemplo.

A instituição europeia salienta também que cada vez mais os cibercriminosos estão a aproveitar a inteligência artificial (IA) para tornar os ataques mais sofisticados e eficazes.

No caso da IA é necessário aprender a identificar conteúdo gerado por esta tecnologia, procurando em mensagens, telefonemas, vídeos ou discursos inconsistências e anomalias. Por exemplo, deve ter-se atenção a vozes geradas por IA, normalmente caracterizadas por entoações estranhas ou pausas não naturais.

Outro dos alertas deixados pela instituição neste guia prende-se com a desinformação enquanto ameaça cibernética crescente, pois “informações falsas ou enganosas são deliberadamente espalhadas para enganar indivíduos, manipular a opinião pública ou causar danos”.

Por isso, verificar as fontes de informação e ter cautela ao partilhar qualquer tipo de conteúdo também é um dos aspetos destacados de forma a conter a disseminação de informações falsas ou enganadoras.

“Alterar a senha padrão da rede Wi-Fi para uma forte” que inclua números, letras e carateres especiais, limitar o número de dispositivos conectados à rede, bem como a utilização de um ‘software’ antivírus atualizado, também são conselhos da instituição para evitar cibercrimes.

Últimas do País

A pobreza persistente afetava 61,7% das pessoas pobres em Portugal, em 2025, de acordo com os resultados do estudo 'Trajetórias da Pobreza e da Privação', hoje divulgados no âmbito do projeto 'Portugal, Balanço Social'.
Luís Peixoto Gomes, de 31 anos, conhecido por “Turko” ou “Sultão”, começa esta quarta-feira a ser julgado no Tribunal de Braga, acusado de tentar matar um jovem de 27 anos, natural de Almada, com pelo menos sete golpes de navalha. O ataque ocorreu durante a Noite Branca de Braga, depois de o arguido ter descoberto a proveniência da vítima.
A WWF Portugal realizou um evento na Assembleia da República, num espaço cuja cedência contou com o voto favorável do CHEGA. Apesar disso, o segundo maior grupo parlamentar não recebeu qualquer convite.
Três indivíduos encapuzados tentaram roubar o automóvel de um casal de idosos, em plena luz do dia, no Carregado. O proprietário da viatura, de 80 anos, procurou impedir o assalto, mas acabou empurrado e caiu ao chão. Os suspeitos armados fugiram sem conseguir levar o Mercedes.
Os dois homens detidos numa operação contra o tráfico de droga ao largo de Faro, na qual morreu um terceiro suspeito, ficaram em prisão preventiva, disse hoje à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia Judiciária (PJ) extraditou na terça-feira para o Reino Unido um português suspeito de homicídio por ter participado há seis anos num confronto de gangues em Manchester que resultou na morte de uma pessoa.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve nas Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, um homem procurador por França por suspeita de "fraude fiscal e branqueamento, através do denominado esquema 'carrossel do IVA'", anunciou hoje a força policial.
Uma intervenção da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Autoestrada 2, na zona de Alcácer do Sal, terminou com a apreensão de cerca de oito mil litros de gasolina.
A Polícia Judiciária e a Autoridade Tributária desencadearam uma operação que envolve o Banco Carregosa e o Banco Angolano de Investimento Europa. Em causa está um esquema de transações imobiliárias destinado a beneficiar de isenções fiscais, com suspeitas de prejuízos de milhões de euros para o Estado.
Ana Sofia Dias, antiga presidente da Junta de Freguesia de Penha de França, em Lisboa, foi contratada pela Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, liderada pelo Partido Socialista. A ex-autarca está acusada dos crimes de corrupção passiva agravada e prevaricação no âmbito do processo Tutti-Frutti, que investiga alegadas irregularidades envolvendo antigos responsáveis autárquicos.