Parlamento Europeu recomenda cautela nas mensagens e partilha de senhas

O Parlamento Europeu defende que é necessário ter cautela com mensagens e telefonemas e nunca revelar senhas, num contexto em que os cibercrimes são "um problema crescente", num guia lançado sobre este tipo de crime.

© D.R.

As ameaças cibernéticas vão do ‘phishing’, aos vírus e a outras práticas maliciosas para roubar dados e aceder a dispositivos, pelo que, lê-se no guia, é necessário ter cuidado com e-mails, mensagens de texto e telefonemas não solicitados, porque os “invasores sabem que muitas vezes é mais fácil enganar os humanos do que invadir um sistema complexo”, realçando que as organizações oficiais nunca pedem para revelar uma senha, por exemplo.

A instituição europeia salienta também que cada vez mais os cibercriminosos estão a aproveitar a inteligência artificial (IA) para tornar os ataques mais sofisticados e eficazes.

No caso da IA é necessário aprender a identificar conteúdo gerado por esta tecnologia, procurando em mensagens, telefonemas, vídeos ou discursos inconsistências e anomalias. Por exemplo, deve ter-se atenção a vozes geradas por IA, normalmente caracterizadas por entoações estranhas ou pausas não naturais.

Outro dos alertas deixados pela instituição neste guia prende-se com a desinformação enquanto ameaça cibernética crescente, pois “informações falsas ou enganosas são deliberadamente espalhadas para enganar indivíduos, manipular a opinião pública ou causar danos”.

Por isso, verificar as fontes de informação e ter cautela ao partilhar qualquer tipo de conteúdo também é um dos aspetos destacados de forma a conter a disseminação de informações falsas ou enganadoras.

“Alterar a senha padrão da rede Wi-Fi para uma forte” que inclua números, letras e carateres especiais, limitar o número de dispositivos conectados à rede, bem como a utilização de um ‘software’ antivírus atualizado, também são conselhos da instituição para evitar cibercrimes.

Últimas do País

A GNR da Guarda constituiu cinco arguidos, na quarta-feira, por crimes de burla, no âmbito de uma investigação que decorreu nos distritos do Porto e Coimbra, e apreendeu 4.210 euros em numerário, telemóveis e material informático.
Quatro homens detidos numa operação de combate ao tráfico de droga, em que foram apreendidas quatro toneladas de haxixe e duas embarcações na costa de Setúbal, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou hoje a GNR.
O presidente do CHEGA pediu hoje ao primeiro-ministro que “volte para Portugal” para que esteja presente na coordenação do combate aos incêndios e possa dar “um puxão de orelhas” ao ministro da Educação por causa dos exames nacionais.
A Polícia Judiciária realizou esta sexta-feira buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, presidida pelo PSD. A investigação incide sobre procedimentos administrativos e contratos celebrados com empresas privadas durante o ano de 2025.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou hoje de 10 para 12 o número de distritos de Portugal continental que estão sob aviso vermelho devido ao calor, situação que se mantém até domingo na maioria destes territórios.
Um homem ficou desalojado na sequência de um incêndio que lavra desde quinta-feira no concelho de Cinfães e que está a ser combatido por cerca de uma centena de operacionais, revelou hoje fonte dos Bombeiros de Nespereira.
A divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.
Ao contrário do Reino Unido, onde o Governo publica estimativas sobre os custos do sistema de asilo e do apoio aos requerentes de asilo, o Governo não dispõe de um cálculo oficial que permita saber quanto custa, em média, cada imigrante em situação irregular ao Estado.
Líder do CHEGA acusa PSD de ceder à esquerda e defende que quem obtém a nacionalidade portuguesa e comete crimes como pedofilia, tráfico de seres humanos ou associação criminosa deve deixar de ser português.
Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.