Marcha Nacional Pelas Nossas Crianças

© Folha Nacional

Durante anos e anos, os cidadãos de Portugal foram forçados a assistir a paradas e exibições subversivas libidinosas e totalitárias por todo o país. Há décadas que somos humilhados e rebaixados por activistas extremistas; muitos deles pagos com fundos públicos provenientes dos nossos impostos. As ‘manifs’, as ‘marchas do orgulho’, os ‘festivais’ pseudo-culturais e demais pronunciamentos ao abrigo de políticas e ideologias desviantes, nada mais têm sido do que a imposição do capricho pornográfico dos poucos aos muitos, dos poderosos aos impotentes, dos sem escrúpulos aos regrados e dos indolentes aos trabalhadores.

No Sábado dia 4 de Outubro pelas 16 horas, na Casa da Baía (Avenida Luísa Todi) em Setúbal, decorrerá a segunda marcha nacional pelas nossas crianças. Aqui, os cidadãos e contribuintes de boa fé terão a oportunidade de expressar a sua revolta com o sistema político perverso e com os ataques à inocência das crianças do nosso país.

Trata-se de uma iniciativa de organizações de todo o país, em prol da integridade cívica das crianças, pautada por uma educação livre de politização e por uma socialização sem sexualização – princípios fundamentais apolíticos e sensatos que uma sociedade saudável prezaria e empregaria sem controvérsia mas que o Portugal maleito e recambulesco em que vivemos, nem sequer já é capaz de compreender.

Nunca uma classe política nacional tanto desprezou a população que governa e nunca os crimes contra a população foram tão hediondos, tomando como alvo os mais inocentes e indefesos. Através de um sistema socio-cultural manipulativo e kafkiano, financiado por culturas e interesses estrangeiros, estranhos à nossa sociedade e valores, os portugueses têm sido desencaminhados, enganados e roubados: desencaminhados da ética pessoal e social, enganados por promessas de libertinagem mascarada de liberdade, e roubados do seu futuro e da sua saúde.
Em 2025, Portugal conta com menos famílias unidas, menos crianças, menos saúde mental assim como sexual, menos determinação, menos orgulho próprio, menos segurança e menos sustentabilidade.
Como não poderia deixar de ser, no mesmo dia, ocorrerá mais uma ‘Marcha do Orgulho LGBTQIA+’. Se tanto orgulho houvesse, não seriam necessárias tantas marchas. Aliás, não é de admirar que perante uma ideologia de tal modo repugnante e imoral, o orgulho ainda não se faça sentir, mesmo depois de décadas de reptos, e endoutrinação forçada e artificial da sociedade portuguesa.

Respeitemos os nossos pobres concidadãos do outro lado do debate mas questionemos também sobre o que recai o seu orgulho, em concreto: se sobre os milhares de mutilações de menores higienizadas pela propaganda dos media de massas auto-proclamados progressistas e tolerantes, se sobre a infertilidade e enfermidades resultantes de tais ‘tratamentos inclusivos’, se sobre a manipulação criminosa de crianças autistas e com limitações intelectuais levando à sua vitimização por adultos egocentricamente promovendo-se com sinalizações de virtude politicamente correctas.

No dia 4 teremos finalmente a oportunidade de clamar por uma sociedade ordeira e saudável, por um sistema educativo responsável e pedagógico, por uma infância inocente e risonha.
No dia 4 de Outubro demonstremos aos nossos concidadãos que existe esperança em Portugal e que o nosso futuro não mais se perderá nas brumas da memória.
O futuro começa com as crianças e a sua defesa é a defesa da nação e da moral.

Pelas Nossas Crianças!

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