Queixas na CNE contra Ventura pedem ‘prisão até 5 anos ‘ e ‘proibição de falar em público’ do candidato presidencial

O candidato presidencial André Ventura reagiu com indignação às queixas apresentadas na Comissão Nacional de Eleições (CNE), considerando que está a ser alvo de uma tentativa de silenciamento e perseguição política.

© Folha Nacional

Ventura defende que os cartazes visados, com frases como “Os ciganos têm de cumprir a lei” e “Isto não é o Bangladesh”, expressam apenas posições firmes sobre segurança, justiça e integração, negando qualquer incitamento ao ódio ou discriminação.

Em declarações ao Folha Nacional, André Ventura afirmou que estas queixas não passam de “um ataque à liberdade de expressão” e “uma tentativa desesperada do Sistema para calar quem fala a verdade”. O candidato sublinhou que “em Portugal parece ser proibido dizer o que muitos pensam” e considerou “inaceitável” que se considerem em penas de prisão ou em restrições ao seu direito de falar em público.

Ventura garantiu ainda que não irá retirar os cartazes nem mudar o tom da sua campanha, assegurando que continuará a “dar voz aos portugueses que estão fartos de ser censurados e ignorados”. O candidato concluiu dizendo que “quanto mais me tentam calar, mais força me dão para continuar esta luta pelo povo português e pela vontade de dizer a verdade”.

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