Portugueses que não adoeçam ou não precisem de consulta em cinco anos vão perder médico de família, estabelece o Governo

Os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que não recorrerem a consultas durante um período de cinco anos poderão perder o médico de família. A medida, prevista numa nova orientação do Governo, pretende “atualizar as listas de utentes”.

© DR

Os portugueses que não recorrerem ao centro de saúde durante cinco anos consecutivos poderão deixar de ter médico de família atribuído. A medida, definida pelo Governo no âmbito da reorganização das listas do Serviço Nacional de Saúde (SNS), pretende identificar utentes considerados “inativos”, libertando vagas e permitindo a redistribuição de médicos.

De acordo com informações divulgadas por vários órgãos de comunicação social, a nova regra prevê que os utentes que não tenham qualquer contacto com os cuidados de saúde primários durante um período de cinco anos possam ser retirados da lista do respetivo médico de família. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo passa por “atualizar as bases de dados” e “tornar mais eficiente a gestão das listas de utentes”, possibilitando que mais cidadãos sem médico atribuído possam ter acompanhamento.

Atualmente, centenas de milhares de portugueses continuam sem médico de família, um problema que se agravou nos últimos anos devido à escassez de profissionais no SNS. Em várias regiões do país, particularmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Algarve, os centros de saúde enfrentam dificuldades em garantir cobertura médica para todos os utentes inscritos.

Contudo, especialistas e representantes de utentes alertam que não recorrer a consultas durante vários anos não significa necessariamente ausência de necessidades futuras, podendo tratar-se simplesmente de cidadãos que, por estarem saudáveis, não precisaram de recorrer ao médico nesse período.

Além disso, note-se, muitos portugueses recorrem ao setor privado ou a serviços de urgência hospitalar, situações que nem sempre ficam refletidas nos registos dos cuidados de saúde primários.

Últimas do País

O Município de Leiria vai pedir um empréstimo de 25 milhões de euros para fazer face às despesas com a depressão Kristin, disse o presidente da Câmara, Gonçalo Lopes.
Os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que não recorrerem a consultas durante um período de cinco anos poderão perder o médico de família. A medida, prevista numa nova orientação do Governo, pretende “atualizar as listas de utentes”.
Uma fuga à polícia que terá durado cerca de 20 minutos terminou com a detenção de Daniel Soares, antigo adjunto do ex-ministro Duarte Cordeiro (PS), após alegadas manobras perigosas, desobediência e agressão a um agente da PSP.
A Polícia Judiciária realizou buscas no Hospital de Santa Maria após suspeitas de um esquema de pagamentos ilegais envolvendo funcionários da casa mortuária e agências funerárias.
Seis distritos de Portugal continental vão estar na sexta-feira e no sábado sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A Câmara da Marinha Grande comunicou à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro prejuízos de 143 milhões de euros devido ao mau tempo, depois de um levantamento preliminar indicar 118 milhões.
Os pedidos de vistos enviados por correio depois da próxima terça-feira por brasileiros que pretendam entrar em Portugal serão devolvidos, porque o pedido terá de ser feito presencialmente num centro de vistos ou representações diplomáticas, segundo o Portal Diplomático.
Num mundo cada vez mais instável, em que a segurança e a defesa voltaram ao centro do debate europeu, o contacto dos jovens portugueses com as Forças Armadas pode deixar de se resumir a apenas um dia.
O Tribunal de Aveiro voltou hoje a condenar um casal que alugou um quarto onde morreram duas pessoas e outra ficou gravemente ferida, por inalação de gases tóxicos, mas agora com penas de prisão efetivas.
O Município de Torres Vedras vai efetuar sondagens geotécnicas para definir as obras a fazer na encosta do castelo, na sequência do aluimento de terras e de várias famílias terem ficado desalojadas devido ao mau tempo.