Queixas na CNE contra Ventura pedem ‘prisão até 5 anos ‘ e ‘proibição de falar em público’ do candidato presidencial

O candidato presidencial André Ventura reagiu com indignação às queixas apresentadas na Comissão Nacional de Eleições (CNE), considerando que está a ser alvo de uma tentativa de silenciamento e perseguição política.

© Folha Nacional

Ventura defende que os cartazes visados, com frases como “Os ciganos têm de cumprir a lei” e “Isto não é o Bangladesh”, expressam apenas posições firmes sobre segurança, justiça e integração, negando qualquer incitamento ao ódio ou discriminação.

Em declarações ao Folha Nacional, André Ventura afirmou que estas queixas não passam de “um ataque à liberdade de expressão” e “uma tentativa desesperada do Sistema para calar quem fala a verdade”. O candidato sublinhou que “em Portugal parece ser proibido dizer o que muitos pensam” e considerou “inaceitável” que se considerem em penas de prisão ou em restrições ao seu direito de falar em público.

Ventura garantiu ainda que não irá retirar os cartazes nem mudar o tom da sua campanha, assegurando que continuará a “dar voz aos portugueses que estão fartos de ser censurados e ignorados”. O candidato concluiu dizendo que “quanto mais me tentam calar, mais força me dão para continuar esta luta pelo povo português e pela vontade de dizer a verdade”.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA indicou hoje que, se as alterações à legislação laboral fossem votadas agora, o partido seria contra e considerou que a greve geral mostra o “fracasso do Governo” nas negociações.
O Parlamento rejeitou esta sexta-feira as propostas do CHEGA para reforçar proteção e compensação de profissionais expostos diariamente à violência.
O presidente do CHEGA acusou o Governo de deixar por cumprir uma parte substancial dos apoios prometidos após a tempestade Kristin, criticando a ausência de execução das medidas anunciadas, a pressão fiscal sobre os lesados e a falta de resposta do Executivo perante o agravamento dos custos para famílias e empresas.
O líder do CHEGA, André Ventura, classificou como 'marketing' o programa 'Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência' (PTRR), hoje apresentado pelo Governo, e considerou que não define prioridades nem estratégias.
Paulo Abreu dos Santos, ex-adjunto de uma ministra socialista, está indiciado por 576 crimes de pornografia de menores e por integrar 13 grupos de partilha de abuso sexual infantil.
O CHEGA voltou a defender regras mais apertadas para o financiamento partidário, exigindo maior transparência nos donativos e o fim dos benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos.
O partido liderado por André Ventura quer ministro Miguel Pinto Luz a esclarecer por que motivo só um edifício terá proteção antissísmica reforçada numa infraestrutura hospitalar crítica.
O discurso de José Aguiar-Branco nas comemorações do 25 de Abril acabou por expor, em pleno hemiciclo, uma fratura visível no PS, com Pedro Delgado Alves a virar costas em protesto à Mesa da Assembleia da República e António Mendonça Mendes a responder com um aplauso de pé à mesma intervenção.
Mais do que cravos, cerimónias e celebrações, André Ventura defendeu este sábado, no Parlamento, que os portugueses “querem voz”, “salários justos” e “uma vida digna”, usando os 52 anos do 25 de Abril para centrar o debate nas dificuldades económicas, na corrupção e no afastamento entre a liberdade celebrada e a realidade vivida no país.
O CHEGA quer alterar a lei relativa aos crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos, para que quem for condenado, por exemplo por corrupção, não possa voltar a exercer funções públicas.