Número de mortos em acidentes rodoviários sobe para seis na operação da PSP

O número de mortos em acidentes de viação registados pela PSP subiu para seis na última semana, após um despiste na sexta-feira que feriu a morte de dois ocupantes do veículo, segundo o balanço da operação Festas em Segurança.

© Facebook/PSP

No decorrer da segunda fase da Operação Polícia Sempre Presente – Festas em 2025-2026, a PSP registou, nos últimos sete dias, na sua área de responsabilidade, 860 acidentes, dos quais resultaram 228 feridos, 13 dos quais seguranças e 215 feridos ligeiros, e seis vítimas fatais, de acordo com os dados hoje divulgados.

A PSP já tinha divulgado a morte de quatro pessoas em acidentes que ocorreram em Vila Nova de Gaia, Benfica (Lisboa), Massamá (Sintra) e na Figueira da Foz (Coimbra). Hoje, foi anunciada a morte de duas pessoas num despiste na Ramada, no concelho de Odivelas, distrito de Lisboa.

A GNR já registou na sua área de responsabilidade 13 mortos em acidentes de viação aos quais se somam os seis contabilizados pela PSP, totalizando 19 vítimas mortais.

Neste período, a PSP realizou 449 detenções em todo o país e registou 2.686 infrações rodoviárias, adianta em comunicado.

Das detenções realizadas, a PSP destaca que 265 devemram-se a crimes rodoviários, nomeadamente 140 por condução em estado de embriaguez, 98 por falta de habilitação legal para condução e 27 por outros crimes rodoviários.

Foram detidas 26 pessoas por crimes contra a propriedade (furtos e roubos) e 45 por suspeita de tráfico de drogas, tendo sido apreendidas 19.218 doses individuais.

De acordo com a PSP, foram apreendidas cinco armas de fogo, 19 armas brancas, 23 munições e seis outras armas, quer como medida cautelar, quer no seguimento das 12 detenções efetuadas por posse de arma proibida.

Foram também apreendidos 19.432 artigos de pirotecnia.

Desde o início da segunda fase da operação, no âmbito das ações de fiscalização de controlo da fronteira aérea, a PSP deteve 12 pessoas por situação ilegal no país, controlou 320.849 cidadãos estrangeiros e elaborou 36 participações e 60 autos de notícia por contraordenação no âmbito da lei dos estrangeiros.

Segundo a PSP, foram ainda realizadas 46 recusas de entrada em Portugal e 15 notificações de abandono voluntário.

Relativamente à prevenção e fiscalização nas estradas, foram fiscalizados 11.201 condutores e 26.104 vias controladas por radar, sendo detetadas 2.686 infrações à legislação rodoviária.

Das contraordenações rodoviárias detetadas, a PSP realça 349 por condução em excesso de velocidade, 327 por falta de inspeção periódica obrigatória, 122 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatória, 81 por condução sob influência do álcool, 51 por uso indevido do telefone a condução e 22 por falta ou utilização incorreta do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças.

A PSP e a GNR decorrem desde 18 de dezembro e até 04 de janeiro operações focadas nos períodos de Natal e de Ano Novo.

Últimas do País

O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.