Barragem do Caia descarregou entre 20 a 25 milhões de metros cúbicos de água

A Barragem do Caia, em Elvas, no distrito de Portalegre, concluiu as descargas à superfície e de fundo, que terão libertado "entre 20 a 25 milhões de metros cúbicos" de água, revelou hoje fonte da entidade gestora.

© D.R.

Contactado pela agência Lusa, o gestor da Associação de Beneficiários do Caia (ABCAIA), Luís Rodrigues, revelou que as descargas foram suspensas na segunda-feira, após a albufeira atingir um nível de armazenamento de cerca de 174 milhões de metros cúbicos.

O processo de descargas à superfície, pelo quarto ano consecutivo, teve inicio no dia 26 de janeiro, quando a barragem atingiu os 205 milhões de metros cúbicos de armazenamento, ultrapassando a sua capacidade total, que ronda os 191 milhões de metros cúbicos.

As descargas de fundo arrancaram, por sua vez, no dia 02 de fevereiro, situação que já não ocorria naquela albufeira desde 2013.

Em relação à campanha de rega, Luís Rodrigues indicou que deverá começar em “finais de março” e que “não haverá muita necessidade” de efetuar regas.

Luís Rodrigues acrescentou ainda que a campanha vai arrancar “dentro do período normal”, devendo também ser uma “campanha normal” para os agricultores.

A barragem, construída em 1963, assegura o abastecimento público dos concelhos de Elvas, Campo Maior, Arronches e Monforte, no distrito de Portalegre, além de servir para a agricultura.

Depois de ser descarregada e libertada desta albufeira, a água segue o seu trajeto pelo Rio Caia, entrando a seguir no curso do Rio Guadiana, até chegar à Barragem do Alqueva.

Últimas do País

O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.