Mimicat vai representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção

© facebook.com/Mimicat

A cantora Mimicat, com a música “Ai Coração”, venceu hoje o Festival da Canção e vai representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, previsto para maio em Liverpool, Reino Unido.

Mimicat é o nome artístico da cantora portuguesa Marisa Mena, de 38 anos, que se candidatou ao Festival da Canção, submetendo “Ai Coração”. A cantora já tinha participado em 2001 numa das semifinais do festival, com o nome Izamena.

Mimicat vai representar Portugal no 67.º Festival Eurovisão da Canção, cuja final está marcada para 13 de maio em Liverpool, no Reino Unido. A final é antecedida por duas semifinais nos dias 09 e 11 de maio e Portugal está na primeira semifinal.

Na final do Festival da Canção, hoje, em Lisboa, competiram 13 canções.

Foram elas “Encruzilhada” (composta e interpretada por Churky), “Nasci Maria” (Cláudia Pascoal), “Viver” (SAL), “Ai Coração” (Mimicat), “Contraste Mudo” (You Can’t Win Charlie Brown), “Endless World” (Neon Soho), “Sapatos de Cimento” (composta por Quim Albergaria e interpretada por Esse Povo), “Povo” (Ivandro), “A festa” (Edmundo Inácio), “Goodnight” (Bárbara Tinoco), “Tormento” (Voodoo Marmalade), “Fim do mundo” (Inês Apenas) e “World needs therapy” (Dapunksportif).

Na votação do júri regional, houve um empate entre as canções de Mimicat e de Edmundo Inácio, mas na votação do público, os 12 pontos foram para a canção “Ai Coração”.

A final do Festival da Canção contou com atuações de Salvador Sobral, Maro, David Fonseca e dos Jesus Quisto, a banda que nasceu da série de ficção “Pôr do Sol”, transmitida pela RTP.

Em 2022, Portugal participou na Eurovisão com “Saudade, Saudade”, composta e interpretada por Maro, tendo ficado em nono lugar.

A vitória da Eurovisão em 2022 coube à Ucrânia com a canção “Stefania”, pelo grupo Kalush Orchestra.

A Ucrânia deveria ser este ano o país anfitrião do festival, mas por causa da invasão militar da Rússia no país, a organização decidiu que a cerimónia seria no Reino Unido, em Liverpool.

Portugal participou no Festival Eurovisão da Canção pela primeira vez em 1964 e venceu pela primeira e única vez em 2017, com “Amar pelos dois”, interpretado por Salvador Sobral e composto por Luísa Sobral. Na sequência da vitória, Lisboa acolheu, no ano seguinte, o concurso.

Últimas de Cultura

A canção “Deslocado”, interpretada pelos NAPA, venceu hoje o 58.º Festival da Canção e, por isso, irá representar Portugal no 68.º Festival Eurovisão da Canção, em maio na Suíça.
Nove espetáculos e 25 apresentações integram o programa do Festival de Teatro de Pombal, que este ano se estende pela primeira vez a todas as 13 freguesias daquele concelho do distrito de Leiria, de 07 a 27 de março.
O coordenador científico do Centro de Investigação sobre as Artes do Circo (RISCO), Rui Leitão, alertou que o património circense português está em risco por falta de um espaço digno para armazenamento e conservação de documentos históricos.
A Companhia Nacional de Bailado (CNB) estreia na quinta-feira, no Teatro Camões, em Lisboa, o bailado 'Stravinsky Violin Concerto', do coreógrafo George Balanchine (1904-1983), inserido num programa com peças de William Forsythe e Andrew McNicol.
O Festival de Cannes escolheu um dos rostos mais conhecidos do cinema francês, a atriz Juliette Binoche, para presidir ao júri da sua 78.ª edição, de 13 a 24 de maio.
A relevância das artes e indústrias gráficas, bem como a história ligada ao movimento associativo daqueles profissionais, são o mote para duas exposições na Universidade de Coimbra (UC) que serão inauguradas na segunda-feira.
O Centro de Ciência Viva do Museu do Côa lançou um desafio aos alunos do 1.º ciclo do Vale do Côa que, desde 2022, os leva numa viagem no tempo, desde o Paleolítico Superior até à atualidade.
Um novo serviço das bibliotecas públicas permite aceder gratuitamente através de uma plataforma a livros digitais e audiolivros em todo o país, numa iniciativa da Direção-Geral do Livro.
O museu do Louvre, em Paris, será alvo de uma grande remodelação, que inclui a mudança da icónica obra “Mona Lisa” para uma nova sala, com bilhete próprio de acesso, anunciou o presidente francês.
Fotografias do campo de Auschwitz-Birkenau, testemunhos e documentos integram um dos maiores arquivos sobre o Holocausto que está acessível na internet.