22 Junho, 2024

O Estado da Nação e o seu Défice de Valores Morais

               A degradação do ensino e da vida da Sociedade Portuguesa.

 Portugal está a entrar num fosso sem retorno está a colapsar.  Será que existe muita gentinha que tem conhecimento deste facto e está propositadamente a assobiar para o lado? E ao mesmo tempo feliz com este descalabro? 

Acontece que o Défice na qualidade de ensino e falta de professores vai fazer com que daqui a alguns anos não tenhamos pessoal altamente qualificado para desempenhar funções em empregos de grande saber e de grande responsabilidade, com critérios rigorosos que são uma mais valia para o desenvolvimento de um país civilizado.

Questões essas, em que Países verdadeiramente civilizados apostam com inteligência.

Se não houver ninguém de saber e verdadeiro sentido patriótico em Portugal, este país, infelizmente, vai-se tornar na Républica das Bananas. E já não estamos muito longe disso acontecer.

Agora pergunto eu: Quando desaparecerem os professores, médicos, enfermeiros etc… etc…etc.…, quem é que vai governar este país? Quem é que vai tratar dos doentes? 

Quem é que chega a ocupar cargos de chefia, sem passarem pelas mãos dos professores? 

 Para informação dos iluminados, esta geração já mal sabe escrever, ler, fazer contas, etc. etc. etc. É com vergonha que constato e lamento tal facto.

Quando já não houver professores quem é que vai ensinar e orientar, tanto iletrado ignorante que infelizmente, já são mais que as moscas. Que vergonha minha gentinha.

Como vai ser o futuro de Portugal?  Querem transformar este País num do terceiro mundo? 

Existem regras de conduta basilares para que um País esteja minimamente bem estruturado e desenvolvido.

  Os iluminados apostam em trazer gente de fora, imigração barata para serem médicos, professores, enfermeiros, advogados, engenheiros e arquitetos, sem terem uma especialização comparada com a nossa, que é das melhores?!  E como os nossos têm? Querem destruir este país?

O que é que ganham com isso caríssimos senhores?

Todos sabemos que os nossos estudantes universitários têm um dos melhores ensinos do mundo.

Será que o objetivo é destruir a classe Média e afundar o País?

Será que existe um objetivo premeditado ao contratar médicos imigrantes sem terem por vezes qualquer especialização ou obrigatoriedade de apresentarem certificado? Para virem tratar dos Portugueses?

Querem desta forma e com estas medidas, fazer desaparecer muita gente?

Exmos. Senhores! quando resolverem tomar tal medida, avisem, por favor. OK? É que enquanto, verdadeiramente portuguesa, quero nessa altura estar a milhas de distância daqui.

Está-se a verificar, igualmente, em Portugal uma política do medo.

As pessoas de bem já têm receio de se manifestar contra este sistema corrupto que só tem tomado medidas drásticas e graves que vão contra um Estado de Direito. E o mais grave contra Portugal. Querendo, determinados seres iluminados, fazerem dos Portugueses uns parvos. 

Onde é que isto vai parar? 

São feitas asneiras atrás de asneiras contra a classe média que é uma das classes que devia ser das mais respeitadas e importantes do nosso País. Ao invés disso tem sido uma das classes mais espezinhada, fustigada, desvalorizada. 

Estamos a entrar numa recessão de valores e qualidade de vida. Estamos a apostar somente em trabalho precário, como se isso fosse o bastante para se fazer com que Portugal seja um país de sucesso. 

É fundamental que haja bons profissionais. É necessário que se valorize os empregos altamente qualificados para isso é preciso que haja coerência nas medidas a tomar.  É de extrema importância, que se aposte num ensino de qualidade em que as medidas tomadas sejam de valorizar o ensino com base no rigor e nas regras de conduta que são o pilar de qualquer instituição de respeito.

O que está a acontecer em Portugal é uma verdadeira, grande e profunda crise de valores.

Existe uma grande crise no Ensino que leva ao agravamento da indisciplina e violência nas escolas. 

Há uns tempos atrás, educavam-se as criancinhas e eram ensinadas para se fazerem uns adultos de verdade.

Elas sabiam lidar com certas frustrações e contornavam-nas porque fazia parte de um processo de um crescimento saudável.

Brincavam saudavelmente, sabiam controlar a vaidade o mau génio, a violência. A vaidade que às vezes existia passava logo, pois quando entravam em confronto com os amigos ou batiam ou levavam. As crianças defendiam-se sozinhas sem necessidade de recorrer aos papás por telemóveis para os ir defender. Esta é a grande diferença que fez nascer em Portugal verdadeiros Homens e Mulheres de grande valor em todos os aspetos.

As crianças para serem seres sociáveis, têm que saber conviver com os seus pares, saber lidar com a frustração, controlar o mau génio e muitas vezes a própria violência. 

 Por outro lado, infelizmente, desprestigia-se voluntariamente os bons e salutares académicos, que podem chegar longe nas suas futuras carreiras, pois têm conhecimentos e capacidades para isso ao tirarem cursos altamente qualificados e que deveriam ser uma mais valia para Portugal. Estes alunos em questão que têm brio no que fazem e que têm como objetivos concretos, tirar um curso superior para poderem alcançar os seus sonhos e objetivos, logo à partida vêm esse sonho criar asas e voar para bem longe, porque não conseguem trabalhar no seu país de origem. Lamentavelmente, vêm-se na necessidade de emigrar para países onde se aposta na verdadeira qualidade de trabalho e de mão de obra verdadeiramente qualificada. Os nossos governantes nem se dão conta do gasto de dinheiro que foi necessário para formar este pessoal altamente qualificado. Têm que ser os outros países estrangeiros civilizados e inteligentes, que sabem apostar na qualidade de empregos, a dar o devido valor aos nossos profissionais. Os pais destes estudantes fizeram verdadeiros sacrifícios para os verem licenciados e doutorados. Nos outros países europeus onde-se valoriza pessoas altamente qualificadas são os países onde se vive melhor e com uma excelente qualidade de vida. São países que sabem valorizar, pessoas fantásticas e trabalhadoras, que se tivessem oportunidade em Portugal, e se fossem verdadeiramente valorizados pelos nossos governantes o nosso estimado país e governantes só ganhariam com isso. Este país que tinha todas as condições para ser um país altamente qualificado, infelizmente, não valoriza quem deve realmente ser valorizado.  Devo lembrar os nossos estimados governantes de que, deveriam ter em conta que estes profissionais altamente especializados, são de extrema importância e uma mais valia para o desenvolvimento económico, social e político de um País como Portugal, que se diz civilizado.  Ao invés disso, infelizmente, cada vez mais, persistem e apostam teimosamente numa política desastrosa em prol de empregos baratos, apostando na mão de obra barata e precária.

Que país é este, minha gente?

 Como é que este país, que faz parte da União Europeia, deixa entrar pessoas só porque sim, que vêm e entram de livre vontade sem um contrato de trabalho assinado, para poderem trabalhar?

 Chegando mesmo ao ponto de se darem ao luxo, de andarem por aí ao Deus dará, sem rumo, que até lhes sobra tempo para fazerem disparates.

Mas o que vem a ser isto?

Mas será que aos nossos governantes, só lhes dá para verem futebol? assobiar para o ar? Ou simplesmente visitarem países, para serem vistos?  

 Estas pessoas que chegam de todo o lado, dão-se ao luxo de arranjarem empregos baratos, vivem todos ao molho e fé em Deus e até têm lojas abertas onde não se vê ninguém a comprar! 

Dá-nos mesmo vontade de perguntar, o seguinte: Do que é que vivem estas pessoas, afinal, se as lojas estão praticamente vazias?

Acrescento, ainda, que por vezes em plena luz do dia, vemos entrar bastante pessoal nessas lojas, que a nós transeuntes, em certa medida nos ultrapassa, mas que nos remete ao silêncio, ao observar tal situação bizarra, e que nos faz pensar que talvez possam ser familiares dos lojistas das lojas onde entram, porque entrar, entram! Mas sair já não saem. Entram com malas e já não se vê ninguém a sair. Que estranho minha gente.

Dá para pensar e meditar no seguinte:

Nascem lojas e lojas praticamente todas seguidas e todas com o mesmo tipo de comercio barato. 

Dá que pensar, não dá? 

Já não estou a perceber nada deste país nem de certas vivências.

O que nos faz levar a fazer as seguintes perguntas.

O que é que verdadeiramente se está a passar em Portugal?

Que perigos existem neste tipo de comportamentos obscuros?

Quem é que lucra com isto?

Alguém nos pode explicar?

Nós portugueses merecemos uma boa explicação.

Nós Portugueses não somos contra a emigração, mas sim contra a emigração nos moldes em como ela é feita em Portugal. Sem qualquer controlo nas entradas e saídas. Sem qualquer controlo policial nas ruas onde se passam verdadeiros atentados à integridade física e moral dos Portugueses. 

Isto devia ser revisto, pois sem controlo das fronteiras e deixando entrar toda a gente sem saberem de quem se trata, torna-se um perigo para quem vive em Portugal.

Vejamos mais uma situação anómala e caricata ao mesmo tempo.

A Uber contrata pessoal que não conhece as regras do trânsito, não sabem conduzir, não sabem português e certos carros andam imundos e a cheirar mal. Há uns tempos atrás este fenómeno não acontecia.

 O que é que se está a passar?!! Minha Gente.

Aonde querem chegar com estes esquemas?

Outra coisa deveras absurda e bastante perigosa para quem tem filhas adolescentes e até adultas.

 Existem zonas em certas cidades capitais de distrito de Portugal, bastante procuradas para se viver, em que as raparigas adolescentes e já adultas são abordadas por pessoas duvidosas em plena luz do dia. São coagidas psicologicamente por estes seres anómalos, com vestuário estranho e indumentárias engendradas de qualquer maneira, que as tentam assustar e acompanhá-las, disfarçadamente, fingindo falar para um suposto telemóvel, mas que na verdade vão a intimidá-las. Acabam por passar despercebidos por causa do dito telemóvel. Os transeuntes nem se apercebem deste perigo existente em Portugal.

Agora pergunto: Onde está a nossa polícia nestes momentos?

Eu compreendo que a nossa Polícia, também, tem sido bastante fustigada pelas más práticas do nosso sistema, mas precisamos dela nas ruas.

Nós precisamos de uma Polícia com efetivos, que estejam bem preparados e que se sintam satisfeitos no seu cargo, para nos ajudarem a controlar o mal, imposto nesta sociedade podre e que possa atuar e defender-nos no caso de precisarmos de gritar bem alto por eles.

É caso para se dizer:

«Estamos com o País às avessas.»

Manuela Metello Marques.

 

 

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