Início do julgamento da ação da SIC contra Cristina Ferreira já tem data

O início do julgamento da ação que a SIC interpôs contra a apresentadora Cristina Ferreira foi remarcado para novembro, de acordo com as novas datas a que a Lusa teve acesso.

© facebook/cristinaferreiratv

O início do julgamento esteve previsto para 21 de junho no Tribunal de Sintra, mas no início daquele mês foi adiado.

A SIC pede uma indemnização de 12,3 milhões de euros a Cristina Ferreira pela quebra do contrato com a estação do grupo Impresa.

Cristina Ferreira será ouvida em 08 de novembro logo ao início da manhã e o presidente executivo (CEO) da Impresa, Francisco Pedro Balsemão, ao início da tarde do mesmo dia.

Está agendado para 06 de dezembro as alegações de facto e direito.

Em setembro de 2020, a SIC deu entrada com um processo contra a apresentadora e diretora de ficção e entretenimento da TVI, Cristina Ferreira, no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa.

A saída de Cristina Ferreira da SIC foi conhecida em 17 de julho de 2020, altura em que foi anunciado que iria regressar à TVI dali a dois meses como diretora e tornar-se acionista da Media Capital.

Últimas do País

O candidato presidencial André Ventura apontou hoje um "falhanço do Estado" na gestão dos efeitos do mau tempo e apelou ao Governo que lance uma linha de apoio a fundo perdido e empenhe mais militares na ajuda às populações.
O Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo alertou hoje para o risco de ocorrência de inundações, cheias, penetrações de terras e derrocadas devido ao mau tempo e à subida dos caudais.
O Hospital de Santo André, em Leiria, recebeu 545 feridos com traumas devido a situações relacionadas com acidentes em trabalhos de limpeza e reconstrução após a depressão Kristin, revelou à Lusa fonte hospitalar.
O presidente do conselho de administração da E-Redes, José Ferrari Careto, afirmou hoje não haver previsibilidade sobre quando será possível ter o restabelecimento total de energia elétrica à região afetada pela depressão Kristin.
Com casas destruídas, dias sem eletricidade e prejuízos que contam-se em milhares de euros, o Governo respondeu à tempestade Kristin com cheques de poucas centenas. População aponta os apoios como “desfasados da realidade” e incapazes de responder aos custos reais de recuperação.
Um homem morreu na madrugada de hoje no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador, disseram à Lusa fontes da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Proteção Civil.
Luís Montenegro declarou o prolongamento do estado de calamidade até dia 8 de fevereiro, logo após a reunião de Conselho de Ministros, em São Bento.
O Governo reúne-se hoje em Conselho de Ministros extraordinário para analisar a situação de calamidade, as medidas de prevenção para os próximos dias e a recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin.
A pilhagem de cabos elétricos na Marinha Grande, distrito de Leiria, é um dos motivos para a falta de água no concelho, um dos mais fustigados pela tempestade da passada quarta-feira, disse hoje o presidente da Câmara.
Cerca de 180 mil clientes da E-Redes continuavam hoje às 08:00 sem luz em Portugal continental, a maior parte na zona de Leiria, na sequência da depressão Kristin na madrugada da passada quarta-feira.