17 Abril, 2024

Porque “dos fracos não reza a História”…

Quando os interesses e esquemas partidários se sobrepõem aos dos portugueses, eis que se traçam “linhas vermelhas” e se clamam “nãos” ante uma preciosa e singular maioria histórica de direita.

Perde-se assim uma oportunidade única de criar uma solução construtiva, duradoura e responsável que, de uma vez por todas, mude a vida dos milhões de portugueses que, nestas eleições, pediram aos actores políticos à direita que os salvem da “grilheta” que há demasiado tempo os amarra a uma esquerda que deles apenas se quis servir, criando miséria e dependência a cada dia que passa.

A cobardia política da “direita que a esquerda permite existir” – leia-se PSD, CDS e IL –  é tal que, cumprem com rigorosa subserviência as demandas do PS e da extrema-esquerda, diariamente propaladas por uma larga maioria de jornalistas e comentadores,  tantas vezes com requintes de puro ódio, ao único partido que demonstrou vontade, capacidade, coragem e frontalidade para recuperar a dignidade de vida dos portugueses e a grandiosidade de Portugal.

Depois de tanto clamarem por “aqui d’el Rei” que aí vêm os “papões irresponsáveis” do CHEGA e do seu Líder André Ventura, eis que se constata serem estes os únicos e verdadeiros “adultos na sala”, que põem em primeiro lugar os portugueses e a estabilidade governativa de Portugal, muito acima dos seus próprios interesses.

Mas o Povo é sábio e soberano e, cada vez mais, se vem libertando das amarras lançadas pela Comunicação Social “main stream” que assim começa a sucumbir ao seu próprio veneno, cada vez mais desacreditada pela permanente mentira com que inunda os telejornais.

E porque “dos fracos não reza a História”, ao contrário dos “líderes” que se acobardam à voz grossa do socialismo, o Povo entendeu dar um enorme crescimento ao partido de André Ventura e facilmente se antevê ser a este patriota que a breve trecho irá entregar os seus destinos para que finalmente se possa cumprir Portugal.

Cá terão como sempre para vos relatar os factos, este que é o único jornal sem a habitual censura situacionista.

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