Porto investe 6,5 milhões de euros em 18 novos camiões de recolha de lixo

A Câmara do Porto investiu 6,5 milhões de euros em 18 novos camiões de recolha de resíduos, 10 dos quais já adquiridos.

© D.R.

Falando sobre os novos camiões hoje apresentados, o autarca referiu que “vão fazer recolha do lixo urbano, de tudo aquilo que são os resíduos urbanos, com condições diferentes, em primeiro lugar porque permitem facilitar a operação, também dar melhores condições aos nossos trabalhadores, e desde logo fazer a segregação do lixo previamente, o que é importante”.

O presidente da Câmara do Porto falava no Parque da Cidade durante a apresentação de 10 novos veículos já adquiridos pelo município, por quatro milhões de euros, tendo empresa municipal Porto Ambiente já a decorrer um procedimento para comprar mais oito veículos por 2,5 milhões de euros.

“São camiões que permitem uma maior eficiência para a Porto Ambiente. Como sabem, nós há uns anos resolvemos internalizar o serviço de recolha e de limpeza numa empresa, e portanto é um investimento importante para a cidade”, defendeu o autarca.

De acordo com a Porto Ambiente, os 10 novos camiões são “viaturas de recolha e higienização de equipamentos de deposição de resíduos, dos quais nove a gás natural comprimido (GNC) e um a diesel”, e dos oito ainda em contratação, sete serão a GNC e um será “o primeiro elétrico da frota”.

Rui Moreira saudou ainda a internalização, pela empresa municipal Porto Ambiente, dos serviços de recolha de resíduos durante o seu mandato.

“Quando nós chegámos havia um sistema misto. Havia uma parte da cidade em que a recolha de lixo era própria, e havia duas concessões”, uma situação que “não interessava minimamente” ao município, defendeu.

Segundo Rui Moreira, a concessão tinha sido feita “descuidadamente”, porque “os concessionários tinham sido suposto ficarem com os trabalhadores da Câmara e assumirem esses custos, e esses trabalhadores rapidamente exerceram o seu direito e voltaram à Câmara”.

“Havia um sobrecusto e uma subqualidade. Toda a gente sabia que na cidade do Porto, nessa altura – estamos a falar em 2013, 2014 – o lixo era um tema que se falava”, recordou.

Segundo Rui Moreira, o “balanço final é muito positivo” em termos de custo mas também na avaliação do serviço.

“Numa concessão nós conseguimos medir o quê? A quantidade da recolha e conseguimos até quantificar quais são os quilómetros percorridos por estes veículos. Mas há uma coisa que nós nunca conseguíamos, que era a verificação da qualidade”, afirmou.

Para o presidente da autarquia, através da empresa municipal hoje há “uma forma de certificação da qualidade da limpeza que é completamente diferente” face a um serviço concessionado, apesar de salvaguardar que acredita “muito no setor privado”.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.