Ex-presidente brasileiro recebido por milhares de apoiantes no Rio de Janeiro

Milhares de apoiantes de Jair Bolsonaro encheram hoje a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para mostrar apoio ao ex-presidente do Brasil, que está a ser julgado por alegado plano de golpe de Estado.

©Facebook de Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro, que liderou o Brasil entre 2019 e 2022, chegou por volta das 10:15 [13:15 em Lisboa] ao palco onde irá discursar, abrindo caminho entre os manifestantes vestidos de amarelo e verde, cores do país.

No pódio, um cartaz mostra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, erguendo o punho após o ataque durante a campanha eleitoral na Pensilvânia, em julho do ano passado.

“Queremos mandar uma mensagem para o Brasil e para o mundo”, afirmou Bolsonaro, num vídeo publicado no início da semana nas redes sociais.

À AFP, José de Souza Vitorino, um ex-militar de 64 anos, afirmou ter marcado presença por querer “deixar um Brasil melhor” para os seus filhos.

“São tempos sombrios”, acrescentou.

O lema da manifestação é amnistia para os condenados por envolvimento nos motins de 08 de janeiro de 2023 em Brasília, uma semana após a tomada de posse do atual Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.

Últimas do Mundo

A secção do Ministério Público federal alemão responsável pelo combate às ameaças terroristas anunciou hoje que vai investigar a hipótese de terrorismo e sabotagem no apagão em parte de Berlim, ocorrido sábado.
Os agricultores da União Europeia (UE) terão ao seu dispor, no próximo quadro financeiro plurianual 2028-2034, um montante reservado de 293,7 mil milhões de euros, garantiu hoje a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Um ato de sabotagem contra a rede elétrica mergulhou bairros inteiros do sudoeste de Berlim no caos, afetando dezenas de milhares de pessoas, empresas e serviços essenciais. As autoridades alemãs falam agora num ataque deliberado reivindicado por um grupo extremista.
Mais de 150 residentes tiveram hoje de ser retirados de um complexo de habitação pública em Hong Kong, devido ao segundo incêndio a atingir um bairro social em dois dias.
O Governo português confirmou e lamentou hoje a morte da cidade portuguesa que foi desaparecida após o incêndio ocorrido numa Estância de Esqui em Crans-Mointana, na Suíça, na noite do fim de ano.
Milhares de residências no sudoeste de Berlim afetadas por um corte de quase 24 horas no fornecimento de energia elétrica recuperaram-no esta madrugada, enquanto as autoridades investigam uma possível sabotagem.
A Polícia do Cantão de Valais anunciou hoje que foi aberta uma investigação criminal contra o casal francês que administrava o bar "Le Constellation" em Crans Montana, na Suíça, onde ocorreu um trágico incêndio na véspera de Ano Novo.
As pensões da Segurança Social portuguesa de 678 emigrantes no Luxemburgo e na Suíça foram suspensas por estes não terem provado atempadamente que estão vivos, mas estes valores serão pagos assim que realizadas as provas de vida, segundo dados oficiais.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, depois de os Estados Unidos terem realizado um “ataque em grande escala” no país.
Uma mulher de nacionalidade portuguesa está entre os feridos do incêndio num bar da estância de ski de Crans Montana, na Suíça, existindo ainda uma outra desaparecida, avançou à Lusa o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).