Sete urgências de obstetrícia e pediatria fechadas no sábado e seis no domingo

Sete urgências de Ginecologia Obstetrícia e de Pediatria vão estar encerradas no sábado e seis no domingo, segundo as escalas publicadas no portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

© D.R.

De acordo com o mapa publicado no portal, vão estar fechadas, no sábado, cinco urgências de Obstetrícia e Ginecologia: Hospital Garcia de Orta, em Almada, Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, Hospital Vila Franca de Xira, Hospital Distrital das Caldas da Rainha e Hospital Santo André, em Leiria.

No domingo reabre a urgência de Obstetrícia e Ginecologia do hospital do Barreiro, mantendo-se encerradas as urgências destas especialidades nos outros quatro hospitais.

Em Setúbal, a urgência de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital São Bernardo apenas receberá mulheres referenciadas pelo INEM.

As escalas, consultadas pela agência Lusa às 10:00 de hoje, preveem também o encerramento durante o fim de semana dos serviços de urgência pediátrica do Hospital Vila Franca de Xira e do Hospital Beatriz Ângelo.

Já a urgência pediátrica do Hospital Amadora-Sintra vai estar referenciada nos dois dias, entre as 00:00 e as 08:00, e entre as 20:00 e a meia-noite, recebendo apenas casos de urgência internos ou referenciados pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) ou pela linha SNS 24.

No total, no sábado, estarão abertas 129 urgências, 29 estarão abertas no âmbito do projeto-piloto que obriga as utentes a ligarem para a Linha SNS 24 antes de se dirigirem ao hospital, duas vão estar referenciadas e sete fechadas.

No domingo, as escalas atualizadas pelos hospitais preveem a abertura de 129 urgências. Trinta vão estar abertas no âmbito do projeto-piloto, duas vão estar referenciadas e seis fechadas.

No portal do Serviço Nacional de Saúde é feito o apelo aos utentes para que contactem a linha SNS 24 (800 24 24 24) antes de se dirigirem às urgências.

Últimas do País

O valor de 100 mil euros apresentado por Carlos Moedas para a limpeza do Rossio não foi considerado demonstrado pelo tribunal. A decisão surge no âmbito do conflito judicial relacionado com os protestos pela habitação no centro de Lisboa.
Uma lei criada em 1974, ainda utilizada para regular os protestos em Portugal, vai ser analisada pelo Tribunal Constitucional. Em causa estão as restrições horárias às manifestações, consideradas incompatíveis com a Constituição pela juíza que autorizou a permanência de manifestantes no Rossio durante a madrugada.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.