CHEGA propõe ao ministro da Educação que se reúna com partidos

©Folha Nacional

O CHEGA propôs ao ministro da Educação que se reúna com os grupos parlamentares e crie uma plataforma que junte o Governo, partidos e sindicatos para avaliar a execução orçamental nesta área.
O partido anunciou hoje, em comunicado, que escreveu ao ministro João Costa – missiva que não divulgou — a propor “uma reunião entre o Ministério da Educação e todos os grupos parlamentares, com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre os exames nacionais e o início do próximo ano letivo”.

De acordo com a mesma nota, o CHEGA propôs também “a criação de uma plataforma permanente entre o Ministério da Educação, os sindicatos de profissionais de educação e os partidos políticos parlamentares, a ter lugar de 15 em 15 dias”.

O objetivo é avaliar o “ambiente escolar, nas suas várias vertentes”, e a “execução orçamental na área da educação”, bem como ser uma “ponte com o Ministério das Finanças e o Conselho de Finanças Públicas relativamente às exigências dos diferentes profissionais de educação com impacto orçamental”.

“É fundamental que o Governo apresente resoluções nesta área e seja capaz de cedências que revelem espírito de compromisso capaz de salvar a época de exames nacionais em curso e o início do próximo ano letivo”, defendeu o CHEGA.

Últimas de Política Nacional

Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.
O CHEGA leva esta quinta-feira ao Parlamento um conjunto de propostas centradas no reforço da autoridade das forças de segurança, na proteção dos agentes policiais e no combate à criminalidade, depois de o partido ter fixado a ordem do dia no debate parlamentar.
A Polícia Judiciária realizou esta quinta-feira uma operação de buscas relacionada com suspeitas de corrupção em concursos públicos para aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Entre os alvos está Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
José Sócrates, antigo primeiro-ministro socialista, vai começar a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal Administrativo de Lisboa no âmbito da ação em que exige uma indemnização ao Estado português devido à duração do processo Operação Marquês.
O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.
A Assembleia Municipal de Oeiras rejeitou uma proposta apresentada pelo CHEGA que defendia a transmissão pública das reuniões da Câmara Municipal e das Assembleias de Freguesia do concelho.
O CHEGA entregou este domingo a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.