Portugueses no estrangeiro escolhem hoje o novo Conselho das Comunidades

Cerca de 1,5 milhões de portugueses residentes no estrangeiro escolhem hoje os 90 membros do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), o órgão consultivo do Governo para as políticas da emigração.

© Facebook do Conselho das Comunidades Portuguesas

Os 90 membros do CCP são eleitos através de 52 círculos eleitorais referentes a países nos quatro continentes onde residem portugueses e lusodescendentes, existindo alguns Estados, como o Brasil, Estados Unidos ou França, com vários círculos.

Na eleição anterior (2015), existiam 50 círculos eleitorais para a eleição de 80 conselheiros, dos quais foram eleitos 65.

Os eleitores poderão escolher hoje conselheiros na África do Sul (4), Alemanha (4), Andorra (1), Angola (1), Argentina (1), Austrália (2), Bélgica (1), Brasil (14), Cabo Verde (1), Canadá (5), China (3), Espanha (1), Estados Unidos (7), França (13), Grã-Bretanha (7), Guiné-Bissau (1), Índia (1), Israel (1), Luxemburgo (2), Moçambique (1), Namíbia (1), Países Baixos (2), São Tomé e Príncipe (1), Suécia (1), Suíça (5), Timor-Leste (1), Turquia (1), Uruguai (1) e Venezuela (6).

As listas candidatas foram apresentadas até ao passado dia 06 de novembro e os eleitos serão escolhidos pelos cidadãos portugueses residentes no estrangeiro maiores de 18 anos e inscritos nos cadernos eleitorais para a Assembleia da República.

De acordo com a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), estão recenseados para esta eleição 1.575.799 portugueses, distribuídos pela Europa (951.989), África (67.392), América (445.019) e Ásia e Oceânia (111.399).

As votações decorrerão entre as 08:00 e as 19:00 do país em que decorre o ato eleitoral, estando o apuramento geral previsto para o período entre as 09:00 da próxima terça-feira e o dia 12 de dezembro.

Últimas do País

Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.
Conceição Cabrita, antiga presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, eleita pelo PSD, começou a ser julgada no Tribunal de Faro por suspeitas de corrupção, abuso de poder, prevaricação e falsificação de documentos. A ex-autarca terá recebido milhares de euros de um empresário local.
Uma antiga tesoureira de uma junta de freguesia socialista da Lousã e uma amiga empresária vão ser julgadas por alegados desvios de fundos públicos. O Ministério Público aponta transferências bancárias indevidas, despesas particulares e faturas relativas a serviços que nunca terão sido realizados.
As reivindicações das forças de segurança já não se limitam aos vencimentos. Profissionais da PSP e da GNR manifestam-se por melhores condições remuneratórias e denunciam também os obstáculos que enfrentam no acesso à habitação.
Aquecer a casa durante os meses mais frios pode fazer disparar os encargos com eletricidade. Segundo o Jornal de Notícias, a utilização de equipamentos de aquecimento pode levar a que a fatura mensal duplique.