CHEGA PELO REFORÇO DA POLÍCIA MUNICIPAL EM LISBOA

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Com o aumento da população ilegal na cidade de Lisboa e o progressivo aumento do número de crimes e contraordenações, a insegurança vivida e sentida já é uma realidade incontestável. Porém, face ao atual contexto de insegurança que se vive na cidade, a escassez de efeti- vos na Polícia Municipal (P.M.) e a forma limitada como esta pode agir nas situações com que se depara diariamente, o CHEGA em Lisboa considera fundamental que o Governo assuma a sua responsabilidade e proceda de imediato à resolução deste problema, nomeadamente ao nível da suposta sobreposição de competências e atribuições, da função de subalternidade e ainda da função de subsidiariedade. Face a esta realidade, o Grupo Municipal do Partido CHEGA, na Assembleia Municipal de Lisboa, viu no passado dia 10 aprovada, por maioria dos votos, uma Moção ao Governo, pretendendo assim o reforço do nú- mero de efetivos e o reforço das competências da Polícia Municipal.

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A cidade de Faro está parada no tempo e, para além dos problemas de infraestruturas, “esta cidade deixou de ter planeamento e esqueceu os jovens”, reforça Pedro Pinto, líder parlamentar do CHEGA e candidato à Câmara Municipal de Faro.
O CHEGA Loures apresentou um conjunto de medidas no âmbito das Autárquicas de 2025, que reforçam o que foi a sua atuação no presente mandato.
O CHEGA em Almada apresentou a sua indignação face à hipocrisia da Presidente da Câmara, Inês de Medeiros, que, em pleno estúdio da SIC Notícias, defendeu uma política de proximidade e acusou o CHEGA de não apresentar propostas.
O CHEGA em Coimbra apresentou um conjunto de medidas para desenvolvimento e apoio à Ação Social e Educação.
Desde o início do mandato autárquico (2021-2025), o grupo municipal do CHEGA elegeu como prioridades políticas a defesa do património, as regras de cidadania e o bem-estar dos lisboetas, começando por reverter a famigerada mesquita da Mouraria, que foi bandeira eleitoral do partido.
Os eleitos do CHEGA na Assembleia de Freguesia da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, no concelho de Vila Franca de Xira, exigiram, na última sessão, que todos os contratos públicos celebrados pela Junta de Freguesia durante o atual mandato, quer por ajuste direto, quer por consulta prévia, sejam publicados na plataforma BASE.GOV, conforme obriga a legislação em vigor.
O CHEGA, em Santarém, através da sua vereadora, Manuela Estevão, defendeu várias medidas para a promoção e desenvolvimento do concelho.
A habitação é um direito consagrado constitucionalmente, constituindo uma área estratégica e essencial para o desenvolvimento humano e da vida em comunidade.
A cidade do Porto "envergonhou-se” pelo facto do Executivo Municipal ter ponderado doar dois edifícios devolutos, avaliados em mais de um milhão de euros, para a construção de mesquitas.
A proliferação das denominadas lojas de souvenirs na cidade de Lisboa tem sido um fenómeno crescente nos últimos anos.