A melhoria no indicador de confiança ocorre depois de uma diminuição em novembro, resultando “dos contributos positivos das perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país e da realização de compras importantes por parte das famílias”, explica o Instituto Nacional de Estatística (INE) na síntese sobre os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores.
Em sentido oposto, “as expectativas da situação financeira do agregado familiar e as opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar registaram contribuições negativas” para o índice dos consumidores.